Conhecer o cancro da mama no homem

Prof. Luis Filipe Silva

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreConhecer o cancro da mama no homem” com Com o Professor Luís Filipe Silva: Conhecer o cancro da mama no homem

Leia o artigo aqui:

No homem o cancro da mama é pouco frequente (apenas 1% de todos os casos diagnosticados), podendo estar associado a uma história familiar de cancro da mama (feminino ou masculino), a uma maior exposição a radiações (comuns em radioterapia), ou a níveis elevados de estrogéneos (decorrentes de medicação ou de algumas patologias, como a cirrose).
Na realidade, a mama do homem e da mulher são iguais até à puberdade, sendo as alterações hormonais típicas da adolescência e da vida da mulher, os fatores que predispõem a mama feminina a alterações que aumentam o seu risco de cancro.
As probabilidades de sucesso no tratamento do cancro da mama no homem são idênticas às de uma mulher com cancro na mesma fase de desenvolvimento. Embora o cancro no homem, por não ser esperado, seja geralmente detetado mais tarde. Por existir  pouco tecido mamário, a dispersão da doença para o sistema linfático pode ser também mais rápida.

Fatores que dificultam o tratamento.

Esteja atento: se detetar um nódulo (muitas vezes indolor), uma retração, inversão ou escorrência do mamilo, ou alterações de textura na pele, contacte o seu médico.

Cuide de si!

Conteúdo produzido no âmbito do projecto de produção de Informação do Programa Harvard Medical School-Portugal ” criação um sistema de informação cancro hereditário, com ênfase – cancro da mama e colo-rectal. ”
Este trabalho é co-financiado através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, QREN E COMPETE

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Uma resposta to “Conhecer o cancro da mama no homem”

  1. Orlando Sousa Says:

    Tenho 53 anos. Tive um em 2001 (entre Janeiro e Julho).Para além de tirar o peito e esvaziamento da axila, fiz quimio (4 ciclos), radioterapia (25 sessões) e Tamoxifen (5 anos).
    Em 2010 (finais) tive outro, agora na outra mama. Cirurgia, 6 ciclos de quimio, 25 sessões de radio e agora o Letrozol.
    Estou bem.
    Antecedentes de cancro familiares – meu avô paterno morreu de cancro da próstata, meu pai idem, um tio paterno cancro dos intestinos (com 45 anos), o outro tio (eram 3 irmãos) de cancro de pele, com a excepção do tio todos em idades acima dos 75 anos.
    Sou ex-fumador (deixei de fumar em 1998), e não bebo álcool.
    Cumprimentos
    Orlando Sousa


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