Cancro da próstata

Sofia Ribeiro

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O cancro da próstata é um dos cancros mais diagnosticados nos homens portugueses, afetando geralmente os mais idosos, com uma idade média de 70 anos. Apesar de ser comum nem sempre é perigoso, uma vez que geralmente cresce de forma muito lenta, sendo frequentemente diagnosticado antes de causar sintomas.

Quando o cancro se dissemina para a bexiga ou comprime a uretra (o “tubo” que transporta a urina para fora do corpo) pode causar um jato fraco de urina, necessidade de urinar frequentemente ou incapacidade para urinar, dor ou sensação de queimadura ou urinar, sangue na urina e ereções menos firmes, entre outros sintomas.

É importante ter em conta que existem também situações benignas que podem originar sintomas semelhantes aos descritos.

Na presença destes sintomas, o seu médico poderá proceder a um toque retal para palpar a próstata, inserindo para isso um dedo enluvado e lubrificado no reto. Quase todos os cancros da próstata irão responder a algum tipo de tratamento e em alguns casos pode não necessitar imediatamente de tratamento.

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Investigação clínica no cancro

Dr. Arlindo Ferreira

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “Investigação clínica no cancro” com Dr. Arlindo Ferreira: Investigação clínica no cancro

A oncologia está em constante evolução com vista a trazer tratamentos mais eficazes e menos prejudiciais para os doentes.

 Na generalidade dos cancros há protocolos de tratamento bem definidos. Alguns cancros respondem prontamente a esses tratamentos, enquanto outros são mais resistentes. Nestas situações pode ser útil recorrer-se a terapêuticas ainda em estudo e que mostraram resultados promissores em pequenos ensaios. Estes estudos de investigação são chamados de ensaios clínicos e podem ajudar ao progresso da medicina não só no tratamento, para atrasar ou parar a progressão do cancro, mas também na prevenção, e no diagnóstico.

 De um modo mais global, no contexto do tratamento, estes estudos em humanos visam compreender se novos medicamentos são seguros, eficazes e superiores ao melhor medicamento conhecido à altura.

 Os ensaios clínicos cumprem regras estritas, definidas em protocolos escritos, e são escrupulosamente vigiados cientifica e eticamente com vista a proteger os direitos e a segurança dos doentes.

Cancro da próstata

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. Luis Costa

O que é?

O cancro da próstata resulta do crescimento descontrolado de células anormais na glândula prostática. Esta glândula produz parte do fluído do sémen e localiza-se logo abaixo da bexiga, em frente do reto e próximo da base do pénis.

O cancro da próstata é um dos cancros mais diagnosticados nos homens portugueses. Mesmo assim muitos têm a doença sem ser diagnosticada pelo simples facto do cancro da próstata apresentar poucos sintomas numa fase inicial.

Apesar do cancro da próstata ser comum nem sempre ele é perigoso, uma vez que em alguns casos cresce de forma muito lenta. É com frequência diagnosticado antes de causar quaisquer sintomas e afeta geralmente os homens mais idosos, com uma idade média ao diagnóstico de 70 anos.

Quando as células na próstata se tornam cancerosas (malignas), elas tendem a aglomerar-se, formando pequenas “ilhas” de cancro no interior da próstata. Em muitos casos, demora anos, mesmo décadas, para que este cancro localizado se dissemine para fora da próstata podendo até nunca se disseminar.

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Cancro Colorretal

Gonçalo Boleto

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O cancro colorretal é um tumor maligno que atinge o intestino grosso e a sua parte terminal, o reto.

 Frequentemente um pequeno pólipo no interior do intestino desenvolve-se lentamente transformando-se num cancro colorretal. Deste modo, sempre que encontrados, os pólipos devem ser removidos.

 Idade avançada, história pessoal e familiar de cancro colorretal e de pólipos, dieta pobre em fibras e rica em gorduras e uma vida sedentária são os principais fatores de risco.

 Na suspeita de cancro colorretal é realizada uma colonoscopia que através de biópsias pode confirmar ou eliminar o diagnóstico.

 A melhor prevenção deste cancro é através do rastreio regular. Este é recomendado a todas as pessoas a partir dos 50 anos através da realização de um toque rectal e de uma pesquisa de sangue oculto nas fezes.

 O principal tratamento do cancro colorretal é cirúrgico, podendo ser necessário recorrer a radioterapia e quimioterapia dependendo do grau de evolução do tumor.

 Se tiver uma modificação recente do seu trânsito intestinal, sangue nas fezes, fezes anormalmente estreitas, associados a um cansaço e um emagrecimento inexplicáveis, não hesite em contactar o seu médico.

Leia o artigo aqui: Cancro Colorretal

Edição da manhã, SIC Notícias: Prof. Luís Costa fala sobre Cancro do rim

Prof. Luis Costa

O Professor Luís Costa, Diretor de serviço de oncologia do Hospital de Santa Maria, esteve no programa “Edição da Manhã” da SIC Notícias, para falar acerca do cancro do rim, hoje que é o dia Mundial do Rim.

Veja aqui o vídeo:

Leia o artigo aqui: Cancro do Rim

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Os efeitos secundários do tratamento do cancro

Prof. Luis Filipe Silva

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Tratamentos usados actualmente na luta contra o cancro, como a radioterapia ou a quimioterapia, podem originar efeitos secundários difíceis de enfrentar para o doente oncológico.
Quer os compostos, quer as radiações utilizadas, funcionam melhor em células que se dividem rapidamente, como é o caso das célula cancerígenas.

Mas os tratamentos podem também afectar células normais, com uma divisão acelerada, o que pode estar na origem de alguns dos sintomas que aparecem.

São exemplos:
–    as células da medula dos ossos,
–    as células das raízes do cabelo,
–    das unhas,
–    ou dos epitélios do tubo digestivo.

Sendo assim, para além dos sintomas provocados pela própria doença, podem surgir outros associados aos períodos de tratamento, que dependem do tipo e duração do tratamento, e da resposta do próprio corpo, e que se espera desapareçam no final.

Todos estes sintomas podem ser atenuados com medidas de tranquilização.
São exemplos a anemia, a fadiga, a queda ou enfraquecimento do cabelo, problemas de pele, vómitos, diarreia ou falta de apetite.
Fale com o seu médico. Existem antieméticos que funcionam muito bem para a náusea. Possivelmente terá que encontrar aquele que funciona melhor consigo. Alguns truques também podem ajudar: escolher certos alimentos, preferir refeições frias ou mornas; programar os seus períodos de actividade e descanso para evitar a fadiga.

Escolha informar-se.
Cuide de si!

Conteúdo produzido no âmbito do projecto de produção de Informação do Programa Harvard Medical School-Portugal ” criação um sistema de informação cancro hereditário, com ênfase – cancro da mama e colo-rectal. ”
Este trabalho é co-financiado através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, QREN E COMPETE

O que é o teste genético?

Prof. Luis Filipe Silva

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreO que é o teste genético?” com Com o Professor Luís Filipe Silva: O que é o teste genético?

Leia aqui o artigo:

O teste genético é uma análise feita aos genes de um individuo, para identificar se existem alterações (erros) que podem ser responsáveis pelo aparecimento de uma dada doença.
Este tipo de testes, é utilizado por exemplo para identificar pessoas com uma maior propensão para desenvolver cancro.

Mas quem são estas pessoas?

Pertencem a famílias em que há muitos casos de cancro, quase sempre em idades jovens. No síndrome do cancro da mama, podem ser casos quer de cancro da mama ou quer do ovário.
Nas últimas décadas foram identificados alguns genes que, quando estão alterados numa família, aumentam a sua propensão para o cancro.
São alterações muito específicas, e nem todos os familiares serão portadores destas alterações.
Por isso estas famílias devem ser acompanhadas por um médico ou geneticista, numa consulta especializada de genética (ou consulta de risco familiar), de modo a analisar cada caso individual.
O teste genético é realizado no âmbito desta consulta, proposto pelo médico se houver uma forte suspeita de cancro hereditário.
Não é um exame obrigatório, e porque levanta muitas questões a nível pessoal e emocional deve ser acompanhado por dois períodos de aconselhamento por parte de profissionais especializados.
É um teste simples para a pessoa, realizado a partir de uma amostra de sangue e é sempre feito primeiro num familiar doente.

Informe-se junto do seu médico!
Cuide de si.

Conteúdo produzido no âmbito do projecto de produção de Informação do Programa Harvard Medical School-Portugal ” criação um sistema de informação cancro hereditário, com ênfase – cancro da mama e colo-rectal. ”
Este trabalho é co-financiado através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, QREN E COMPETE