Doença de Graves

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Profª. Olinda Marques

O que é?

A doença de Graves é uma doença do sistema imunitário que faz com que a glândula tiroideia se torne hiperactiva. É uma doença auto-imune, o que significa que o sistema imunitário ataca as próprias células do organismo em vez de as proteger dos invasores estranhos. Na doença de Graves, o sistema imunitário produz substâncias químicas, denominadas imunoglobulinas, que estimulam a glândula tiroideia a produzir quantidades excessivas de hormona tiroideia. Este estado de hiperactividade da glândula tiroideia é denominado de hipertiroidismo.

Os médicos não sabem ainda o que causa a doença de Graves, mas o facto de ter tendência a afectar várias pessoas da mesma família indica que esta pode ter uma componente genética (hereditária). É possível que a produção anormal de imunoglobulinas seja desencadeada por um factor desconhecido no meio ambiente e que o sistema imunitário não consiga interromper esta produção excessiva devido a um defeito hereditário. Leia o resto deste artigo »

Fenómeno de Raynaud

Prof. José Fernandes e Fernandes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “ Fenómeno de Raynaud ” com o Prof. José Fernandes e Fernandes:  Fenómeno de Raynaud

As pessoas com fenómeno de Raynaud observam e sentem alterações nos dedos das mãos e dos pés quando estes são expostos ao frio. A pele fica descorada ou pálida e, em seguida, azul. Os dedos das mãos e dos pés podem ficar com uma sensação de formigueiro ou de entorpecimento. Quando é reaquecida, a pele torna-se rosada ou vermelha.

Quando uma pessoa saudável se encontra num ambiente frio, os pequenos vasos sanguíneos da pele contraem-se, ou estreitam-se, num esforço para conservarem o calor. Nas pessoas com um fenómeno de Raynaud, esta resposta natural ao frio é extrema, observando-se um estreitamento e redução do fluxo sanguíneo sobretudo a nível dos dedos das mãos e dos pés.

O efeito deste fenómeno pode ser dramático e assustador, mas é temporário e raramente perigoso. A causa do fenómeno de Raynaud não é conhecida.

Leia o artigo aqui: Fenómeno de Raynaud

Fenómeno de Raynaud

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

O que é?

Quando uma pessoa saudável se encontra num ambiente frio, os pequenos vasos sanguíneos da pele contraem-se, ou estreitam-se, num esforço para conservarem o calor. Nas pessoas com um fenómeno de Raynaud, esta resposta natural ao frio é extrema. Os pequenos vasos sanguíneos entram em espasmo, estreitando-se e reduzindo o fluxo sanguíneo para as áreas afectadas. Esta resposta, chamada vasospasmo, é observada mais frequentemente nos dedos das mãos e dos pés, mas também pode ocorrer nas orelhas, na face e no nariz. Em algumas pessoas com esta perturbação, a constrição ocorre igualmente em resposta ao stress emocional ou a uma alteração rápida da temperatura ambiente de quente para frio.

O efeito deste fenómeno pode ser dramático e assustador, mas é temporário e raramente perigoso. A cor da pele afectada é muito diferente da cor da pele normal. A área afectada pode estar entorpecida e apresentar uma sensação de picadas (“formigueiros”). Quando a área afectada é aquecida, os vasos sanguíneos relaxam-se e expandem-se, o que permite um aumento do fluxo sanguíneo. A pele torna-se, então, rosada ou avermelhada à medida que o sangue regressa e pode ocorrer uma sensação de calor, de latejar ou de dor surda. Leia o resto deste artigo »

Perturbações do espectro do autismo

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Prof. Manuel João Quartilho

O que é?

O autismo é uma perturbação do desenvolvimento do cérebro. As pessoas com autismo têm dificuldades de comunicação e nas interacções sociais, podendo igualmente apresentar padrões de comportamento, interesses e actividades fora do habitual.

Os médicos usam o termo perturbação do espectro do autismo para incluir cinco tipos de autismo. Os três tipos principais de autismo são os seguintes:

  • Autismo clássico
  • Síndrome de Asperger — uma forma mais ligeira
  • Perturbação global do desenvolvimento sem outra especificação ― descreve as crianças que não apresentam os critérios para os outros tipos Leia o resto deste artigo »

Fibromialgia

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof.João Eurico da Fonseca

O que é?

As pessoas com fibromialgia apresentam queixas de dor generalizada, pontadas e rigidez nos músculos e articulações de todo o corpo em conjunto com uma fadiga e cansaço fora do vulgar. Não existe causa conhecida para a fibromialgia e os médicos não conseguem encontrar uma razão física para a manifestação de todos estes sintomas. Análises ao sangue, raios-X e outros exames são frequentemente normais nas pessoas que padecem de fibromialgia.

Talvez por isso mesmo, a fibromialgia é uma doença controversa. Uma parte da comunidade médica não acredita inclusivamente que se trate de uma doença, mas que possa ser antes o reflexo de stress ou de um momento de perturbação/angústia psicológica. Todavia, também nada existe que prove que a fibromialgia tenha na sua origem uma causa psicológica. Enfim, até que a comunidade científica tenha um melhor entendimento da natureza desta condição, é provável que a controvérsia e o debate se mantenham.

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Síndrome de Down (Trissomia 21)

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Drª Maria João Sá

Validação Científica:

DrªGabriela Soares

O que é?

A síndrome de Down é uma cromossomopatia, isto é, uma doença causada por uma alteração no número de cromossomas perturbação provocada por um problema nos cromossomas — os cromossomas são estruturas formadas por ADN (abreviatura de ácido desoxorribonucleico; ou, em inglês, DNA), que contém os genes ou “instruções” para o crescimento e desenvolvimento dos seres vivos. A síndrome de Down afeta cerca de 1 em cada 800 recém-nascidos.

Normalmente, os seres humanos têm duas cópias de cada cromossoma. As pessoas com síndrome de Down têm habitualmente três (em vez de duas) cópias do cromossoma 21, motivo pelo qual esta alteração também se denomina trissomia 21 (“três cromossomas 21”). Em casos raros, o material genético em excesso não é um cromossoma 21 inteiro mas sim parte do cromossoma 21 ligada a outro cromossoma (translocação). Pode ainda suceder que o cromossoma extra apenas se encontre em algumas das células da pessoa (mosaicismo).

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Esclerose múltipla

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª. Ana Correia

Validação Científica:

Dr. João de Sá

Faça o Quiz aqui: Questionário sobre Esclerose Multipla

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O que é?

A esclerose múltipla é uma doença neurológica incapacitante que afecta o sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal). Esta doença é geralmente progressiva, o que significa que se agrava ao longo do tempo.

As células nervosas são normalmente envolvidas por uma bainha isoladora denominada mielina, que ajuda a transmitir os impulsos nervosos.

Na esclerose múltipla, a bainha de mielina fica inflamada ou danificada, o que perturba ou atrasa a condução dos impulsos nervosos. A inflamação deixa áreas de cicatrização denominadas esclerose. A esclerose múltipla pode lesar também as células nervosas (neurónios), além do revestimento de mielina.

A perturbação da condução dos impulsos nervosos na esclerose múltipla provoca diversos sintomas. Pode afectar a visão, a capacidade para mover partes do corpo e a sensibilidade (como é o caso da sensibilidade dolorosa e da táctil).

Os sintomas geralmente são intermitentes no início da doença. Os períodos em que os sintomas se agravam subitamente são denominados surtos e alternam com períodos em que os sintomas melhoram, denominados remissões.

Muitas pessoas apresentam uma longa história de surtos de esclerose múltipla ao longo de várias décadas. Nestes casos, a doença pode agravar-se por etapas, quando ocorrem os surtos. Noutros indivíduos, a doença agrava-se de forma progressiva e, numa minoria de doentes, a esclerose múltipla tem uma evolução quase imperceptível e os doentes passam anos sem surtos.

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