O exercício prolonga a esperança de vida e melhora a qualidade de vida

Prof. Luís Filipe Gomes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreO exercício prolonga a esperança de vida e melhora a qualidade de vida” com o Professor Luís Filipe Gomes: O exercício prolonga a esperança de vida e melhora a qualidade de vida

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Permanecer activo não só melhora a sua saúde como pode prolongar a sua vida.

Já foi demonstrado que os homens e as mulheres que eram pelo menos moderadamente activos ganharam entre 3 e 5,7 anos de vida adicionais. Além disso, viveram uma proporção superior de anos livres de incapacidade.

O exercício físico ajuda não só a viver mais tempo como também a viver melhor. A manutenção de um nível de actividade saudável ao longo da vida pode melhorar o funcionamento mental, emocional e físico, bem como aumentar a sua produtividade e beneficiar as relações interpessoais.

Independentemente da idade da pessoa, do seu estado de saúde ou do nível actual de forma física, nunca é demasiado tarde para começar a praticar exercício físico. O exercício físico regular irá melhorar a sua saúde.

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O exercício ajuda a alcançar um peso saudável

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Drª. Ana Correia

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Vida Saudável pela Drª. Raquel Braga: O exercício ajuda a alcançar um peso saudável.

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Um dos grandes benefícios do exercício físico deriva do que pode perder: o excesso de peso. De acordo com a Direcção Geral de Saúde, mais de 50% da população portuguesa adulta sofre de excesso de peso e 15% desta é obesa.

O excesso de peso e a obesidade aumentam o risco de múltiplos problemas de saúde, incluindo  hipertensão arterial, colesterol elevado (dislipidemia),  diabetes, doença cardíaca, acidente vascular cerebral (AVC), patologia da vesícula biliar, gota e apneia do sono. De acordo com a American Cancer Society, o excesso de peso aumenta o risco de cancro da mama, do cólon, do endométrio, do esófago, do rim e, provavelmente, de outros cancros. Quanto mais elevado for o seu índice de massa corporal (ver “Índice de massa corporal”, mais à frente), maior o risco de desenvolvimento destas doenças.

 Nos indivíduos do sexo masculino, uma evidência crescente sugere que a perda de peso e o exercício físico podem melhorar a disfunção eréctil (ver “Melhora a vida sexual”).  Um estudo de longa duração que envolveu quase 32.000 homens, o Harvard Health Professionals Follow-up Study, revelou que um homem com um perímetro da cintura de 107 cm apresenta uma probabilidade 50% superior de ter disfunção eréctil do que um homem com um perímetro da cintura de 81 cm. A obesidade desencadeia alterações complexas nos níveis hormonais que podem ter efeitos negativos sobre a vida sexual.

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O que precisa para começar a fazer exercício.

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª. Ana Correia

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Vida Saudável pela Drª. Alexandra Fernandes: O que precisa para começar a fazer exercício.

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Antes de escolher as actividades e de começar a andar no tapete rolante ou de bicicleta, irá provavelmente ter algumas dúvidas sobre a quantidade, a intensidade e o tipo de exercício físico a incluir no seu plano pessoal. A leitura desta secção irá responder a muitas perguntas básicas, incluindo as seguintes:

  • De que quantidade de exercício físico é que preciso?
  • Com que frequência é que devo praticar exercício físico?
  • Qual deve ser a duração das minhas sessões de exercício físico?
  • Qual deve ser a intensidade do exercício físico?

De que quantidade de exercício físico é que preciso?

Pode vigiar a duração das sessões ou as calorias para se certificar de que pratica exercício físico suficiente. Se tiver permanecido muito tempo sem praticar exercício ou se tiver problemas de saúde, procure atingir estes objectivos gradualmente (ver “Aumento gradual do exercício físico”). Leia o resto deste artigo »

Mitos e Crenças na Saúde: Se fizer muitas flexões abdominais, perco a barriga

Prof. António Vaz Carneiro

Mitos e Crenças na Saúde: Se fizer muitas flexões abdominais, perco a barriga? Neste vídeo, o Professor António Vaz Carneiro explica que fazer muitos exercícios de flexões abdominais apenas desenvolve a massa muscular da parede do abdómen, nada interferindo com o teor global da gordura do corpo. Se quiser ter resultados, tem de perder peso e combinar uma dieta rigorosa com exercícios de desenvolvimento muscular e endurance cardiovascular.

Veja o vídeo aqui:

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Mitos e Crenças pelo Prof. António Vaz Carneiro: Se fizer muitas flexões abdominais, perco a barriga!

Mitos e Crenças na Saúde: O exercício físico faz perder peso

Prof. António Vaz Carneiro

Mitos e Crenças na Saúde: O exercício físico faz perder peso? Neste vídeo, o Professor António Vaz Carneiro explica que o exercício sem dieta, não tem praticamente efeito na perda de peso. No entanto relembra a importância do exercício como medida de prevenção cardiovascular.

Veja o vídeo aqui:

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Mitos e Crenças pelo Prof. António Vaz Carneiro: O Exercício Físico faz perder peso!

Actividade física

Prof. Jaime Correia Sousa

Oiça, em 1 minuto o áudio sobre Actividade Física, pelo Prof. Jaime Correia de Sousa: Actividade física

Leia o texto do áudio aqui:

Na sua última consulta médica poderá ter recebido uma prescrição diferente: exercício físico. Embora nenhuma farmácia possa aviar esta prescrição, o exercício tem numerosos benefícios para a saúde. Centenas de estudos comprovam que o exercício físico reduz o risco de desenvolver problemas de saúde graves, incluindo doença cardíaca, diabetes, acidente vascular cerebral, pressão arterial elevada e alguns tipos de cancro. Além disso, o exercício é benéfico para as doenças reumáticas e contribui para preservar a autonomia funcional dos idosos. Simultaneamente, o exercício permite modelar a silhueta e melhorar a auto-estima. Em resumo, o exercício promove o seu bem-estar e ajuda-o a melhorar o seu aspecto físico e a ter uma vida mais longa e agradável.

Assim sendo, os adultos devem praticar pelo menos 150 minutos de actividade aeróbia moderada ou 75 minutos de actividade intensa todas as semanas.

O que precisa de saber para começar a praticar exercício

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Drª. Ana Correia

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

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Antes de escolher as actividades e de começar a andar no tapete rolante ou de bicicleta, irá provavelmente ter algumas dúvidas sobre a quantidade, a intensidade e o tipo de exercício físico a incluir no seu plano pessoal.

 

A leitura deste artigo irá responder a muitas perguntas básicas, incluindo as seguintes:

  • De que quantidade de exercício físico é que preciso?

  • Com que frequência é que devo praticar exercício físico?

  • Qual deve ser a duração das minhas sessões de exercício físico?

  • Qual deve ser a intensidade do exercício físico?

De que quantidade de exercício físico é que preciso?

Pode vigiar a duração das sessões ou as calorias para se certificar de que pratica exercício físico suficiente. Se tiver permanecido muito tempo sem praticar exercício ou se tiver problemas de saúde, procure atingir estes objectivos gradualmente (ver “Aumento gradual do exercício físico”).

Tempo. As Physical Activity Guidelines for Americans de 2008 recomendam pelo menos duas horas e meia de actividade aeróbia moderada por semana.

Por outro lado, se gostar de praticar actividades aeróbias intensas, precisa de, pelo menos, uma hora e 15 minutos por semana. Além disso, deve realizar exercícios de fortalecimento para todos os grupos musculares principais (pernas, ancas, costas, peito, abdominais, ombros e braços) duas vezes por semana. Os adultos idosos em risco de sofrerem quedas também beneficiam com a inclusão de exercícios para treinar o equilíbrio. Para mais informações sobre a forma de estabelecer um programa bem delineado, ver “Criar um plano de exercício físico personalizado”.

Calorias. Os benefícios para a saúde requerem um consumo de 700 a 1.000 calorias por semana, embora muitos estudos tenham identificado benefícios adicionais e mais extensos para a saúde com o consumo de perto de 2.000 calorias por semana. Por exemplo, um estudo publicado na revista New England Journal of Medicine analisou uma investigação realizada em 17.000 alunos de Harvard.

Os maiores ganhos em longevidade e o menor risco de doença ocorreram nos indivíduos que gastaram aproximadamente 2.000 calorias por semana através da prática de exercício físico dinâmico, tal como a marcha, a jardinagem ou o desporto. O grupo mais activo registou um ganho médio de dois anos no que respeita à longevidade.

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