Edição da Manhã, SIC Notícias – Deformidades Nasais

Dra Luísa Magalhães Ramos

Na Edição da Manhã da Sic Notícias, a Dra. Luísa Magalhães Ramos, cirurgia plástica e reconstrutiva, analisa deformidades nasais

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Para saber mais leia o artigo deformidades nasais.

Edição da Manhã, SIC Noticias – Os doentes obesos despendem mais recursos em saúde

Prof. António Vaz Carneiro

Na Edição da Manhã da Sic Notícias, o Prof. António Vaz Carneiro, Diretor Programa Informação HMS-PT, fala dos custos dos doentes obesos para o sistema nacional de saúde.

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Leia o artigo aquiOs doentes obesos despendem mais recursos em saúde

Edição da manhã, Sic Notícias – As doenças cardiovasculares, com o Prof. Armando Brito de Sá

Prof. Armando Brito Sá

Na Edição da Manhã da Sic Notícias, o Prof. Armando Brito de Sá, médico de familia, fala das doenças cardiovasculares, a principal causa de morte em Portugal.

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Leia o artigo aqui: O exercício previne a doença cardiovascular?

Edição da Manhã, Sic Notícias – “Como surge o cancro?”, explicado pelo Oncologista Dr. Ricardo da Luz

Dr. Ricardo da Luz

O Dr. Ricardo da Luz, Oncologista, esteve na Edição da Manhã da Sic Notícias para explicar como surge o cancro.

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Deformidade nasal

Dra Luísa Magalhães Ramos

O que é?
As deformidades nasais podem ser funcionais (perturbam a respiração) ou estéticas. Para além disso, podem classificar-se como congénitas (presentes ao nascimento, geralmente devido a malformações esqueléticas, vasculares, etc.) ou adquiridas (como é o caso de traumatismos).O nariz é um elemento central da face, cujas proporções estéticas têm sido estudadas desde a Antiguidade,  que quando intervencionado visa uma melhor harmonia da face.
Do ponto de vista estético, as áreas mais frequentemente tratadas são o dorso (que pode ser demasiado baixo, largo, com “bossa”, entre outros) e a ponta nasal (por vezes demasiado larga, com falta ou com demasiada projecção). Há ainda outras situações que condicionam um aspecto desagradável do nariz, como o rinofima (condicionado pelo aumento da actividade glandular que provoca uma aparência em “favo de abelha”), causando imensas perturbações sociais e psicológicas aos seus portadores.
Do ponto de vista funcional há várias patologias que podem interferir com a função respiratória, nomeadamente desvio do septo nasal (que também condiciona a aparência estética), hipertrofia dos cornetos, pólipos nasais, etc.

Sintomas e diagnóstico
Obstrução respiratória, ressonar, ou escorrências nasais podem estar subjacentes a patologia funcional nasal. O diagnóstico depende essencialmente do exame clínico, podendo ser pedidos meios auxiliares de diagnóstico, nomeadamente, Rx e TAC, sempre que necessário.

Tratamento
O tratamento é cirúrgico, devendo sempre ter em conta as componentes estética e funcional. Obviamente, não se pode equacionar um nariz esteticamente perfeito em que a pessoa em causa não consiga respirar devidamente.  De entre as abordagens possíveis para uma rinoplastia cujo objectivo seja melhorar a aparência do mesmo, dependendo das características presentes, podem-se utilizar vias exonasais ou endonasais (por fora ou por dentro do nariz, respectivamente), pode ser necessário fracturar os ossos do nariz ou ainda utilizar enxertos de cartilagem colhida no pavilhão auricular ou nas costelas. Se houver uma patologia funcional complexa, o trabalho do Cirurgião Plástico deverá ser complementado com o de um  Otorrinolaringologista, preferencialmente numa única intervenção.

Prognóstico
A intervenção visa melhorar a aparência e optimizar a função respiratória e esses objectivos são geralmente cumpridos. Um aspecto fundamental é que haja expectativas realistas face à intervenção proposta, uma vez que o resultado final depende sempre também do ponto de partida, isto é, do caso clínico em concreto. Não é possível aplicar uma receita para a rinoplastia e esperar que todos os narizes tenham resultados idênticos, uma vez que há características inerentes a cada indivíduo e diferentes técnicas que se adequam aos problemas de cada um.

Conteúdos Saúde Multimédia para Estudantes Ensino Básico e Secundário



Rita M. Lírio


Diogo Medina


A Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) decidiu criar este ano letivo a disciplina de «Produção de Informação Médica para o Público» em parceria com o Programa de Informação Harvard Medical School Portugal, para produzir conteúdos multimédia para estudantes do ensino básico e secundário.

Os estudantes do ensino básico e secundário constituem um público-alvo prioritário, quer pela sua especial apetência pelo consumo de informação on-line, quer pelo elevado potencial de introdução de hábitos e estilos de vida mais saudáveis.

A disciplina de «Produção de Informação Médica para o Público» na FMUL atraiu uma equipa de 100 estudantes de Medicina do 2.º ao 5.º ano, que trabalharam ativamente na execução e edição científica dos conteúdos, sempre com o suporte e validação científica dos docentes da FMUL.

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Edição da manhã, Sic Notícias – o AVC em análise com a Dra Patrícia Canhão

Assinala-se este sábado o dia nacional do doente com AVC. A neurologista Dra Patrícia Canhão esteve na Edição da Manhã para fazer o ponto da situação desta doença em Portugal

Veja o vídeo aqui:

 

Leia o artigo aqui: Acidente Vascular Cerebral (AVC)