Como prever a potência sexual após um cancro da próstata

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A investigação recente proporciona aos homens com cancro da próstata em estádio inicial uma forma de estimarem a sua probabilidade de manterem a função sexual após o tratamento. O estudo envolveu cerca de 1.000 homens, tendo-lhes sido pedido para responderem a um questionário antes e depois do tratamento. O questionário revelou-se bastante fidedigno na previsão da função sexual após o tratamento. Nos homens que tinham sido submetidos a uma intervenção cirúrgica, a sua fiabilidade foi de 77%, enquanto nos que tinham sido submetidos a radioterapia, a fiabilidade foi de 90%. A probabilidade de manutenção da função sexual variou amplamente. Por exemplo, entre 53 e 92% dos homens que tinham sido submetidos a radioterapia com feixe externo mantiveram a função sexual. A probabilidade específica de um homem dependeu do seu nível de Antigénio Específico da Próstata (PSA) e de ter sido igualmente submetido a terapêutica hormonal. Os achados podem ajudar os homens a ficarem com uma ideia do que podem esperar após o tratamento. Este estudo foi publicado no Journal of the American Medical Association e a Associated Press escreveu sobre ele em 20 de setembro.

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Novo medicamento para a fibrose pulmonar

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Um medicamento que ajuda a bloquear a formação de tecido fibroso (tecido cicatricial) parece promissor para a fibrose pulmonar idiopática. Nesta doença, os pulmões acumulam tecido fibroso. Não existe causa aparente nem tratamento eficaz. A fibrose pulmonar idiopática afecta cerca de 50.000 pessoas nos Estados Unidos da América. O estudo envolveu 423 pessoas. Metade tomou um novo medicamento denominado BIBF 1120, e a outra metade tomou um placebo. As pessoas que tomaram o medicamento apresentaram uma melhor função pulmonar, bem como uma melhor qualidade de vida. O estudo foi publicado em 22 de Setembro na revista New England Journal of Medicine e a HealthDay News escreveu sobre ele em 21de Setembro.

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O café pode combater a depressão.

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O café pode combater a depressão

O café pode reduzir o risco de depressão nas mulheres, afirma um estudo de grandes dimensões, em que as pessoas que beberam café com cafeína apresentaram um risco mais baixo. As mulheres que ingeriram quatro chávenas por dia tinham um risco 20% inferior de apresentarem sinais de depressão em comparação com as mulheres que ingeriram café descafeinado ou que não ingeriram nenhum café. As mulheres que consumiram duas ou três chávenas por dia tinham um risco 15% inferior. O café foi igualmente associado a riscos mais baixos de acidente vascular cerebral, de diabetes tipo 2 e de doença de Parkinson. O estudo fez parte de um projecto de investigação de grandes dimensões denominado Nurses’ Health Study, que seguiu 51.000 mulheres. O estudo sobre o café foi publicado no número de 26 de Setembro da revista Archives of Internal Medicine e o HealthDay News escreveu sobre ele no mesmo dia.

Qual é a reacção do médico?

Ninguém gosta de ser atormentado. Mas frequentemente é isso que os médicos fazem aos seus doentes. Existem muitas “proibições” ― não fume, não beba demasiado, não aumente mais de peso. E, em seguida, existem as “obrigações” ― faça mais exercício físico, coma mais fruta e vegetais.
É refrescante ter alguma coisa boa para dizer sobre uma coisa que se costumava proibir. O café pode, na realidade, ser bom para si. Falamos do verdadeiro café, não o café descafeinado.
Investigadores acabaram de publicar um artigo onde é afirmado que as mulheres que bebem café com cafeína têm uma menor probabilidade de desenvolverem depressão, quando comparado com as que não bebem café ou que bebem apenas café descafeinado.

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O risco de acidente vascular cerebral é mais elevado na pré-hipertensão

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Uma análise da investigação mostra que mesmo uma pressão arterial que se situa imediatamente abaixo dos valores considerados “elevados” pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral. Uma medição normal da pressão arterial situa-se abaixo de 120/80 mmHg. Uma pressão arterial elevada é igual ou superior a 140/90 mmHg. A pré-hipertensão situa-se entre os valores de pressão arterial normais e elevados. Um estudo recente coligiu os resultados de 12 estudos prévios. Eles incluíram mais de 500.000 pessoas sem história de doença cardíaca ou de acidente vascular cerebral.

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Estudo mostra que abuso do álcool a longo prazo provoca lesões cerebrais

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Um estudo recente demonstrou que o abuso do álcool a longo prazo pode lesar gravemente a camada externa do cérebro. A camada lesada é o córtex cerebral e está envolvida em todos os processos de raciocínio de nível mais elevado e no processamento das emoções. Os investigadores usaram a ressonância magnética nuclear avançada para avaliar o cérebro de 65 adultos. Cerca de metade eram alcoólicos que tinham deixado de beber. Os restantes nunca tinham sido alcoólicos. No grupo dos alcoólicos em recuperação, o córtex cerebral apresentava uma espessura menor. Quanto maior o consumo de álcool, menor a espessura desta camada cerebral. A revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research publicou este estudo na Internet e a HealthDay News escreveu sobre ele em 15 de Setembro. A HealthDay escreveu igualmente sobre uma tomada de posição que incita os médicos e os governos a tomarem mais medidas para combater o consumo de álcool. A revista Lancet publicou esta tomada de posição em 14 de Setembro, a qual foi elaborada por um grupo de 17 destacados médicos. A maioria destes médicos é presidente de sociedades médicas de países da Europa, da África e da Ásia. A tomada de posição surgiu a anteceder uma cimeira das Nações Unidas que teve lugar durante o mês de Setembro. Esta foi a primeira cimeira das Nações Unidade a abordar doenças que não são causadas por infecções.

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Vacinas para o tratamento da asma

Prof. Manuel Ferreira

O Prof. Manuel Branco Ferreira, Alergologista, esteve hoje na Edição da Manhã da SIC Notícias para falar de Asma, na perspectiva do tratamento para esta doença crónica inflamatória dos brônquios.

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A asma é uma doença crónica inflamatória dos brônquios que é causada na maioria dos casos por uma resposta errada (alérgica) a estímulos comuns do meio ambiente (ácaros do pó, fungos, pólenes, epitélios).

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Experiência de um Editor Médico no Programa HMS-PT (Edição da Manhã, SIC N)

Diogo Medina

Diogo Medina, editor médico do Programa Harvard Medical School Portugal esteve hoje na Edição da Manhã, da SIC Notícias para explicar o que é o Programa e o que tem para oferecer a jovens profissionais do sector da saúde.

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Conscientes que últimos anos, têm aumentado muito a procura e o valor da informação de saúde para o público em geral, estudantes de medicina e jovens médicos procuram o Programa Harvard Medical School-Portugal (HMS-PT), com o objectivo de melhoraram a sua experiência e competências de comunicação com os doentes e com o público.
Hoje, por varias razões, é desafiante comunicar saúde de forma eficiente para o público. Existem múltiplas fontes de informação. Uma busca esta semana no motor de pesquisa google pela palavra “saúde” revela 35,900,000 resultados. Por onde começar? Onde posso encontrar uma fonte de informação credível, com base científica sólida que eu possa compreender? Estas questões são colocadas ao médico de forma cada vez mais frequente por parte das pessoas.
Acresce que as pessoas estão cada vez mais envolvidas na tomada de decisões sobre sua saúde. Muitos doentes já não aceitam passivamente as recomendações feitas pelos seus médicos. Os doentes pedem ao médico que explique as diferentes opções, e as razões para suas recomendações. As pessoas querem mais informação sobre a sua doença ou de uma forma mais proactiva de como racionalmente o que fazer para terem um estilo de vida mais saúdavel.