Painel rejeita o PSA para o rastreio do cancro

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Um painel influente de especialistas afirma que as análises de sangue para determinar o nível de PSA como rastreio para o cancro da próstata são mais prejudiciais do que benéficas. O relatório foi publicado pela U.S. Preventive Services Task Force. Este grupo de trabalho aconselha o governo e os médicos sobre os cuidados preventivos. No passado, este grupo de trabalho afirmou que não existia evidência suficiente para aconselhar os homens a submeterem-se ou não ao doseamento do PSA. A nova declaração desaconselha especificamente este teste para o rastreio por rotina do cancro da próstata. Um nível elevado de PSA indica, por vezes, que um homem tem um cancro da próstata, mas existem outras situações que podem causar um nível elevado. Os homens necessitam de ser submetidos a uma biopsia ― um tipo de cirurgia ― para verificar qual a causa da elevação da análise. Os membros do grupo de trabalho avaliaram todos os estudos prévios sobre o assunto. Um estudo estimou que dois em cada cinco cancros diagnosticados após a realização de um doseamento do PSA apresentavam um crescimento demasiado lento para vir algum dia a causar prejuízos ao doente. O grupo de trabalho concluiu que o doseamento do PSA não reduz a taxa de mortalidade e verificou que o teste causa prejuízos. Os homens podem ser submetidos a biopsias de que não necessitam e isso pode conduzir a infeções e a outros problemas. Os tratamentos para o cancro da próstata podem causar problemas ao nível da função sexual e do controlo da urina. O relatório é um esboço que está a ser publicado para ser alvo de comentários públicos. A Associated Press escreveu sobre ele em 7 de outubro.

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Estudo: As hormonas prejudicam a perda de peso

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Um estudo recente verificou que, se uma pessoa perder muito peso, as hormonas do seu organismo irão aumentar o apetite durante pelo menos o ano seguinte. O estudo incluiu 50 adultos com excesso de peso ou obesos. Os investigadores colocaram-nos sob dieta estrita, não podendo ingerir mais de 550 calorias por dia. Eles utilizaram um plano de substituição das refeições e ingeriram igualmente vegetais. Esta dieta prolongou-se por oito semanas. Nas duas semanas seguintes, eles começaram gradualmente a ingerir novamente alimentos normais. O objetivo era perder pelo menos 10% do peso corporal. No total, 34 pessoas conseguiram alcançar esse objetivo e mantiveram-se no estudo durante um ano de seguimento. Em média, perderam 13,5 kg. As pessoas obtiveram aconselhamento sobre a forma de manterem o seu novo peso. Mas, um ano mais tarde, elas tinham recuperado uma média de 5,4 kg. Elas apresentavam igualmente alterações no sangue dos níveis de hormonas que afetam o apetite. Todas estas alterações tinham probabilidade de aumentar o apetite. Antes e depois da dieta, os investigadores perguntaram igualmente às pessoas até que ponto tinham fome depois das refeições. A maior parte das pessoas sentia-se com mais fome um ano após ter realizado a dieta. A revista The New England Journal of Medicine publicou o estudo e a Associated Press escreveu sobre ele em 27 de outubro.

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Estudo: a vitamina E aumenta o risco de cancro da próstata

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Um estudo recente demonstrou que os comprimidos de vitamina E, anteriormente considerados como passíveis de ajudar a prevenir o cancro da próstata, parecem, na realidade, aumentar o risco de um homem sofrer desta doença. O estudo incluiu mais de 35.000 homens saudáveis e com, pelo menos, 50 anos de idade quando do início do estudo, que foram distribuídos aleatoriamente por quatro grupos. Um grupo recebeu um comprimido por dia com uma dose elevada de vitamina E, outro grupo recebeu selénio, que é um outro nutriente. Um terceiro grupo recebeu ambas estas substâncias e o quarto grupo recebeu placebo (comprimidos falsos). O estudo foi suspenso ao fim de cerca de cinco anos, uma vez que se tornou evidente que os comprimidos não estavam a proporcionar qualquer benefício. Os resultados iniciais sugeriram igualmente a existência de um risco mais elevado de cancro da próstata com a vitamina E, mas os investigadores continuam ainda a vigiar os homens. O novo estudo de seguimento confirmou a existência de um risco de cancro da próstata 17% mais elevado nos homens que receberam vitamina E. Ao fim de um período de sete anos, verificaram-se 76 casos diagnosticados por 1.000 homens neste grupo, tendo ocorrido 65 casos por 1.000 no grupo do placebo. O Journal of the American Medical Association publicou o estudo e a Associated Press escreveu sobre ele em 12 de outubro.

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A soja é considerada inútil na menopausa

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Um estudo recente revela que os suplementos de soja não reduzem os afrontamentos nem mantêm a resistência óssea nas mulheres após a menopausa. De facto, as mulheres do estudo que receberam soja acabaram por apresentar mais afrontamentos. O estudo incluiu 248 mulheres com idade compreendida entre os 45 e os 60 anos. Todas elas já tinham passado a menopausa. Elas foram distribuídas aleatoriamente por dois grupos. Um grupo recebeu suplementos contendo isoflavonas, uma componente da soja, durante dois anos. O outro grupo recebeu comprimidos de placebo (comprimidos sem substância ativa). No final do estudo, não se observou qualquer diferença entre os grupos no que respeita à maior parte dos sintomas de menopausa. Mas praticamente metade do grupo da soja tinha afrontamentos, em comparação com um terço do grupo do placebo. A perda óssea na coluna foi semelhante em ambos os grupos. Mas, nas mulheres com níveis baixos de vitamina D, as que receberam comprimidos de soja tinham realmente uma menor perda óssea. A revista Archives of Internal Medicine publicou o estudo e a HealthDay News escreveu sobre ele em 8 de agosto.

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As fumadoras podem entrar na menopausa mais cedo

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Um estudo recente verificou que as mulheres que fumam tendem a atingir a menopausa um pouco mais cedo do que as não fumadoras. O estudo analisou 11 ensaios clínicos prévios que incluíram cerca de 6.000 mulheres. Em média, as não fumadoras alcançaram a menopausa entre os 46 e os 51 anos de idade. Em todos os estudos com exceção de dois, as fumadoras alcançaram a menopausa um pouco mais cedo, com uma média etária de 43 a 50 anos. Os investigadores analisaram igualmente cinco outros estudos que incluíram 43.000 mulheres. Elas foram agrupadas de acordo com o facto de terem tido uma menopausa “precoce” ou “tardia”. O limiar para uma menopausa “tardia” foi uma idade de 50 ou 51 anos. As mulheres que fumavam tinham uma probabilidade 43% maior de terem uma menopausa precoce. A menopausa precoce foi associada a um risco mais elevado de diversas doenças, como a doença cardíaca. Mas pensa-se que as mulheres com uma menopausa tardia têm um risco mais elevado de cancro da mama. A revista Menopause publicou o estudo na Internet e o serviço noticioso da Reuters Health escreveu sobre ele em 16 de outubro.

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Vacina contra o HPV recomendada para os rapazes

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Um painel de especialistas afirma que os rapazes devem ser vacinados para prevenir um vírus que causa cancro do colo do útero, bem como diversos outros tipos de cancro. A vacina Gardasil encontra-se aprovada tanto para as raparigas como para os rapazes e confere proteção contra o papilomavírus humano (HPV), que causa as verrugas genitais. Alguns tipos de HPV causam também praticamente todos os casos de cancro do colo do útero. O HPV pode causar igualmente cancros do ânus, do pénis, da vulva, da vagina, da cabeça e do pescoço. Este vírus é disseminado através do contacto cutâneo durante as relações sexuais. Um comité de especialistas afirmou em 25 de outubro que os rapazes devem receber a vacina Gardasil aos 11 ou 12 anos de idade. Os U.S. Centers for Disease Control and Prevention geralmente seguem os conselhos deste grupo. As orientações atuais recomendam a vacinação de todas as raparigas com esta vacina ou com outra versão denominada Cervarix, para conferir proteção contra o cancro do colo do útero. A Cervarix não está aprovada para ser utilizada em rapazes. Parte da razão para a nova recomendação é o facto da vacinação dos rapazes poder ajudar a prevenir a disseminação do HPV nas raparigas. Apenas metade das raparigas elegíveis recebeu injeções contra o HPV e apenas um terço recebeu as três doses recomendadas. A Associated Press escreveu sobre a nova recomendação.

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Estudo: Os comprimidos para a pressão arterial administrados ao deitar são melhores

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Um estudo recente sugere que a administração de medicamentos para a pressão arterial à noite pode melhorar a saúde das pessoas. O estudo incluiu 661 doentes com insuficiência renal e com pressão arterial elevada. Os doentes foram distribuídos aleatoriamente por dois grupos. Um grupo tomou medicamentos para a pressão arterial de manhã e outro tomou pelo menos um dos medicamentos à noite. Em seguida, os médicos vigiaram os indivíduos durante uma média de cinco anos e meio. Durante esse tempo, as pessoas que tomaram o medicamento à noite apresentavam um melhor controlo da pressão arterial. Eles revelaram igualmente uma probabilidade de cerca de um terço de sofrerem um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral ou de desenvolverem insuficiência cardíaca em comparação com os indivíduos que tomaram os comprimidos de manhã. Os investigadores salientaram que estes resultados ocorreram sem custos suplementares. O Journal of the American Society of Nephrology publicou o estudo na Internet e a HealthDay News escreveu sobre ele em 24 de outubro.

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