Hemorragia nasal (Epistaxis)

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Drª Luísa Monteiro

O que é?

O interior do nariz encontra-se coberto por um tecido húmido e delicado (mucosa) que dispõe de um fornecimento abundante de vasos sanguíneos próximo da superfície. Quando o tecido é lesado, mesmo na sequência de uma ferida ou arranhão ligeiros, estes vasos sanguíneos tendem a sangrar, por vezes de forma intensa. As hemorragias nasais que têm origem na porção anterior do nariz, denominadas hemorragias nasais anteriores, são muito comuns, uma vez que esta é a área mais sujeita a lesões. A localização mais frequente é o septo nasal, que é a parede entre as duas cavidades do nariz (fossas nasais). Na maior parte dos casos, este tipo de hemorragia nasal não é grave e pode geralmente ser estancada aplicando exteriormente alguma pressão, na face externa ou asa do nariz, entre 5 a 10 minutos, com um pouco de paciência.

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Diarreia do viajante

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem

Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. Tiago Villanueva

Validação Científica:

Prof. Carla Rolanda

O que é?

A diarreia do viajante é uma infeção intestinal que afeta cerca de 50% das pessoas que visitam países em vias de desenvolvimento, e resulta da ingestão de alimentos ou água contaminados.

Esta condição é geralmente causada por bactérias (mais frequentemente a E. coli), mas pode ser provocada igualmente por vírus e parasitas. A diarreia geralmente não é grave e regride sem tratamento, no entanto, quando a diarreia é muito aquosa e ocorre com muita frequência pode ocorrer desidratação, que constitui o maior perigo da diarreia do viajante.

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Diarreia

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem

Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Prof. Carla Rolanda

O que é?

A diarreia consiste na presença de dejeções mais frequentes e mais líquidas do que o normal. Este problema é frequentemente causado por uma infeção gastrointestinal, por bactérias, vírus ou parasitas. As bactérias causam diarreia quer pela agressão da mucosa intestinal perturbando a absorção, quer pela produção de uma toxina que leva o intestino a segregar mais água. Quando a diarreia é causada por alimentos contaminados com bactérias ou com parasitas, as pessoas referem-se frequentemente a esta situação como intoxicação alimentar. Leia o resto deste artigo »

Diarreia associada aos antibióticos

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem

Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Prof. Carla Rolanda

O que é?

Nas pessoas saudáveis, vivem no interior do intestino muitas espécies diferentes de bactérias. Um grande número destas são inofensivas ou mesmo úteis para o organismo, mas algumas têm potencial para causarem doença de forma agressiva. Em circunstâncias normais, as bactérias “más” são em muito menor número e o equilíbrio ecológico natural do intestino mantém-nas sob controlo. Esta situação pode ser alterada de forma dramática quando uma pessoa inicia tratamento com um antibiótico. Isto acontece pelo facto dos antibióticos poderem matar um grande número de bactérias normais do intestino, alterando o equilíbrio delicado entre as várias espécies. Na maior parte dos casos, o resultado é apenas um caso ligeiro de diarreia de curta duração que desaparece rapidamente depois do tratamento antibiótico terminar. No entanto, ocasionalmente, um antibiótico elimina um número tão grande de bactérias “boas” e inofensivas que as bactérias “más” agressivas ficam livres para se multiplicarem de forma descontrolada.

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Problemas das Válvulas Cardíacas

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Leia aqui o artigo:

O que é?

O coração tem quatro válvulas: aórtica, mitral, tricúspide e pulmonar. Tal como as válvulas utilizadas na canalização doméstica, as válvulas cardíacas abrem para permitir que o líquido (sangue) seja bombeado para a frente e encerram para impedir o líquido de refluir para trás. As válvulas cardíacas humanas são constituídas por abas de tecido denominadas folhetos ou cúspides.

Os problemas das válvulas cardíacas incluem-se em duas categorias:

  • Estenose – A abertura da válvula é demasiado estreita, o que interfere com o fluxo de sangue para a frente.
  • Regurgitação (ou Insuficiência) – A válvula não se encerra adequadamente, apresentando uma fuga que pode causar um refluxo significativo de sangue.

Os problemas das válvulas cardíacas podem ser congénitos, o que significa que estão presentes aquando do nascimento, ou adquiridos depois do nascimento.

Um problema valvular cardíaco é classificado como congénito quando algum factor durante o desenvolvimento fetal leva a válvula a apresentar uma anomalia, o que ocorrem em cerca de um em cada 1.000 recém-nascidos. A maior parte destes bebés apresenta uma estenose da válvula pulmonar ou aórtica. Na maior parte das vezes não pode ser determinada uma causa específica, mas os investigadores consideram que muitos casos são causados por factores genéticos (hereditários).

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O que é a vertigem? Quais as suas manifestações clínicas?

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª. Ana Correia

Validação Científica:

Prof. Lobo Antune

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Neurologia pelo Prof. João Lobo Antunes: O que é a Vertigem?

Leia o artigo aqui:

O que é?

A vertigem é a sensação de que o corpo de um indivíduo ou o meio ambiente se estão a mover (geralmente a andar à roda). A vertigem pode ser um sintoma de muitas doenças diferentes. As causas mais comuns de vertigem são doenças que afectam o ouvido interno, incluindo:

  • Vertigem posicional paroxística benigna — Nesta situação, uma alteração na posição da cabeça causa uma sensação súbita de rotação. A causa mais provável é a presença de pequenos cristais que se libertam nos canais do ouvido interno e estimulam as terminações nervosas sensíveis no seu interior. Pode ser provocada por um traumatismo craniano mas, na maior parte dos casos, não é possível encontrar um factor desencadeante.
  • Labirintite aguda, também denominada nevrite vestibular — Esta patologia é uma inflamação do aparelho responsável pela manutenção do equilíbrio no ouvido interno, provavelmente causada por uma infecção viral.
  • Doença de Menière — Esta doença causa episódios repetidos de vertigens, geralmente com zumbidos nos ouvidos e uma perda de audição progressiva para sons de baixa frequência. A doença de Menière é causada por uma modificação do volume de líquido no interior do ouvido interno. Embora a razão para esta alteração não seja conhecida, os cientistas suspeitam que possa estar associada a uma infecção viral, traumatismo, doença auto-imune ou a factores biológicos no interior do próprio ouvido.

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Sabe o que é a Visão Dupla?

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Drª. Ana Sofia Correia

Validação Científica:

Prof. Joaquim Murta

O que é?
A visão dupla, também denominada diplopia, significa que a pessoa vê duas imagens de um único objecto. Existem dois tipos de visão dupla: monocular e binocular.
 
A diplopia monocular consiste na visão dupla num único olho. A visão dupla mantém-se mesmo quando o outro olho é tapado. A visão dupla não desaparece quando a pessoa olha em diferentes direcções. A diplopia monocular pode ser causada por:
  • Astigmatismo — É um défice visual provocado, mais frequentemente, por uma curvatura anormal da superfície da córnea.  
  • Queratocone — A córnea torna-se gradualmente distorcida, mais fina e com a forma de um cone.
  • Pterígium — É um espessamento da conjuntiva, ou seja, da membrana mucosa fina que reveste a superfície interna das pálpebras e a esclerótica (a parte branca do olho). O espessamento estende-se para a córnea, a zona transparente da superfície do olho. O pterígio pode manifestar-se por olho vermelho e “irritado” e, em casos mais avançados, quando há invasão da área pupilar, pode afectar a visão.
  • Catarata — Nesta patologia, o cristalino torna-se progressivamente menos transparente, o que perturba a visão. Os factores de risco incluem idade superior a 65 anos, traumatismo ocular, diabetes de longa duração, utilização de certos medicamentos, nomeadamente corticosteróides, ou tratamento com radiações.
  • Luxação do cristalino — Os ligamentos que mantêm o cristalino no seu lugar sofrem uma ruptura e o cristalino sai do seu lugar ou oscila. A causa mais frequente é um traumatismo do olho. Manifesta-se também por diminuição da acuidade visual.
  • Massa ou edema da pálpebra — Esta situação pode comprimir a parte anterior do olho.
  • Olho seco— Os olhos não produzem lágrimas suficientes ou de qualidade. Geralmente manifesta-se por olhos vermelhos e sensação de corpo estranho. A visão só está afectada em casos extremos.
  • Alguns problemas da retina — A visão dupla pode ocorrer quando a superfície da retina não é perfeitamente regular, o que pode ter diversas causas.