Mitos e Crenças: A vacinação pode causar autismo nas crianças.

Prof. António Vaz Carneiro

Mitos e Crenças na Saúde: A vacinação pode causar autismo nas crianças. Neste vídeo, o Prof. António Vaz Carneiro alerta para a importância de vacinar as crianças, de acordo com o Plano Nacional de Vacinação, e explica a relação infundada entre o autismo e a vacinação.

Veja o vídeo aqui:

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Como funcionam as vacinas?

Dr. Eduardo Mendes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreComo funcionam as vacinas?” com o Dr. Eduardo Mendes: Como funcionam as vacinas?

Leia o texto do áudio aqui:

De uma forma simplista, uma vacina estimula o sistema imunitário para criar defesas contra um determinado microrganismo.

Esta situação imita o que iria acontecer naturalmente no caso de uma bactéria ou um vírus potencialmente perigosos infetarem o organismo, mas com uma diferença essencial ― não existe qualquer microrganismo prejudicial envolvido. Em vez disso, a vacina contém uma versão reconhecível mas praticamente inofensiva da bactéria ou do vírus.

Quando a pessoa é vacinada, o seu sistema imunitário irá agir como se determinado microrganismo estivesse na realidade a infetar o seu organismo e desenvolverá anticorpos contra ele.

Futuramente, se o indivíduo for realmente infetado pelo agente para o qual foi vacinado, a resposta do seu organismo será muito mais rápida e a infeção não se desenvolverá ou, a desenvolver-se, será muito menos grave.

Leia o artigo aqui: Como funcionam as vacinas?

Mitos e Crenças na Saúde: a grávida não deve vacinar-se contra a gripe

Prof. Luis Graça

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreMitos e Crenças na Saúde: a grávida não deve vacinar-se contra a gripe” com o Professor  Doutor Luís Graça: Mitos e Crenças na Saúde: a grávida não deve vacinar-se contra a gripe

Apesar de todas as explicações dadas durante a recente epidemia de gripe A, continua a haver grávidas (e médicos!) que têm receio da vacinação contra a gripe.
O Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia e a Sociedade Portuguesa de Obstetrícia recomendam a vacinação de todas as grávidas contra a gripe.
A vacina anti-gripal injectável (com vírus morto) é completamente inócua para o feto e protege a grávida de uma infecção que pode ser extremamente grave, dado que as suas defesas estão diminuídas pelas hormonas da gravidez. O risco de doença respiratória grave e mesmo de morte pela gripe (principalmente quando está implicado o vírus do tipo A) é significativamente maior na mulher grávida do que na população em geral.
Se está grávida, não deixe de se vacinar contra a gripe. Se lhe resta algum receio, faça-o quando atingir as 12 semanas. Lembre-se que, ao vacinar-se, o seu bebé também fica protegido.

Os adultos devem ser vacinados?

Drª. Ana Ferrão

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Vacinação em Adultos, pela Drª. Ana Ferrão: “Os adultos devem ser vacinados?”

Leia o texto do áudio aqui:

Há várias razões para  os adultos serem vacinados.

A mais óbvia, embora cada vez mais rara,  é um adulto não ter sido vacinado na infância, por exemplo , se veio de um pais onde o acesso á vacinação não está garantido.  Poderá também haver vacinas  recentes que não se encontravam disponíveis quando os adultos actuais eram crianças, ou surgir a necessidade  de  fazer vacinas para viajar para  regiões em que  existem doenças endémicas,  raras no  local de origem, por exemplo, a febre amarela.

É importante também ter em conta que a imunidade diminui ao longo do tempo, o que obriga a renovar periodicamente certas vacinas, como a vacina contra o tétano, e  que a susceptibilidade a uma doença grave causada por um microorganismo comum aumenta à medida que os adultos envelhecem,  como acontece com o vírus da gripe, razão pela qual se aconselha as pessoas idosas ou com doenças crónicas a fazer essa vacina.

Se tem dúvidas em relação ao seu estado vacinal, aconselhe-se com o seu médico de família.

Vacina contra o HPV recomendada para os rapazes

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:


Leia aqui o artigo:

Um painel de especialistas afirma que os rapazes devem ser vacinados para prevenir um vírus que causa cancro do colo do útero, bem como diversos outros tipos de cancro. A vacina Gardasil encontra-se aprovada tanto para as raparigas como para os rapazes e confere proteção contra o papilomavírus humano (HPV), que causa as verrugas genitais. Alguns tipos de HPV causam também praticamente todos os casos de cancro do colo do útero. O HPV pode causar igualmente cancros do ânus, do pénis, da vulva, da vagina, da cabeça e do pescoço. Este vírus é disseminado através do contacto cutâneo durante as relações sexuais. Um comité de especialistas afirmou em 25 de outubro que os rapazes devem receber a vacina Gardasil aos 11 ou 12 anos de idade. Os U.S. Centers for Disease Control and Prevention geralmente seguem os conselhos deste grupo. As orientações atuais recomendam a vacinação de todas as raparigas com esta vacina ou com outra versão denominada Cervarix, para conferir proteção contra o cancro do colo do útero. A Cervarix não está aprovada para ser utilizada em rapazes. Parte da razão para a nova recomendação é o facto da vacinação dos rapazes poder ajudar a prevenir a disseminação do HPV nas raparigas. Apenas metade das raparigas elegíveis recebeu injeções contra o HPV e apenas um terço recebeu as três doses recomendadas. A Associated Press escreveu sobre a nova recomendação.

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Como funcionam as vacinas?

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Como funcionam as vacinas

De uma forma simplista, uma vacina estimula o sistema imunitário para criar imunidade contra um determinado microrganismo. Esta situação imita o que iria acontecer naturalmente no caso de uma bactéria ou um vírus potencialmente perigosos infectar o organismo, mas com uma diferença essencial ― não existe qualquer microrganismo prejudicial envolvido. Em vez disso, a vacina contém uma versão reconhecível mas inofensiva da bactéria ou do vírus. Quando a pessoa é vacinada, o seu sistema imunitário irá agir como se determinado microrganismo estivesse na realidade a infectar o organismo e desenvolverá anticorpos contra ele. Futuramente, se o individuo for realmente infectado pelo agente para o qual está vacinado, a resposta imunitária será muito mais rápida e a infecção não se desenvolverá ou, a desenvolver-se, será muito menos grave.

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Tétano

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Maria Inês Pereira

Validação Científica:

Prof.Saraiva da Cunha

O que é?

O tétano é uma infeção potencialmente fatal causada por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Embora esta bactéria seja um habitante comum do solo e do estrume, pode ser encontrada em qualquer local estando presente nos detritos dos jardins suburbanos e nas águas lamacentas de inundações. Encontra-se também no pó das cidades.

A bactéria causadora do tétano entra no organismo através de uma ferida penetrante e suja, um corte, um arranhão ou outra forma de solução de continuidade da pele (lesão da pele em que há uma ferida). Uma vez dentro da pele, as bactérias multiplicam-se e produzem uma toxina, ou veneno, que afeta os nervos do organismo. A toxina do tétano produz espasmos musculares graves, cãibras e convulsões. O espasmo dos músculos da mandíbula causa o trismo (situação em que a pessoa não consegue abrir a boca). Os espasmos também afetam os músculos da garganta, do tórax, do abdómen e dos membros. Finalmente, os efeitos da toxina a nível dos músculos respiratórios vão interferir com a respiração e o doente pode morrer por sufocação.

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