Papa Bem: alimentar é educar!

Profª Isabel Loureiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “ Papa Bem: alimentar é educar! ” com a Profª Isabel Loureiro:  Papa Bem: alimentar é educar!

O combate à obesidade infantil é considerado um dos maiores desafios para a Saúde Pública do séc XXI.

O ambiente atual pode estimular comportamentos menos saudáveis. Alimentação saudável e uma vida ativa, especialmente nos primeiros tempos de vida, são muito importantes para criar gostos e hábitos que protegem a criança.

As refeições da criança são oportunidades únicas para promover preferências alimentares saudáveis e aprender a partilhar com a família os afetos e as vivências do seu dia a dia.

É bom sentarem-se todos à mesa, num ambiente tranquilo, sem distrações, como brinquedos e a televisão. As quantidades que se põem no prato devem ser adequadas à idade da criança e há que respeitar o seu ritmo e sinais: de fome, de que já está satisfeita, ou de que precisa de uma pausa. Obrigar, ralhar ou castigar a criança para comer é desaconselhado.

Os pais devem saber que são a sua principal referência. Assim, comer bem, praticar atividade física com o seu filho, explicar-lhe os porquês das escolhas são um bom começo. Contribui para o desenvolvimento físico, emocional e a adquirir hábitos que previnem situações, como a obesidade.

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Obesidade Infantil: Gerações em Risco

Dra. Maria Daniel Vaz Almeida

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “ Obesidade Infantil: Gerações em Risco” com a Dra. Maria Daniel Vaz Almeida:  Obesidade Infantil: Gerações em Risco

O excesso de peso e a obesidade na infância constituem um problema de saúde pública de enormes proporções e repercussões a nível mundial. A gravidade do problema é tal que se pode falar de gerações em risco. Mas não se estará a dramatizar ao falar de “gerações em risco”? Não, o que se quer transmitir é que a obesidade é efetivamente uma doença. E é uma doença crónica. Isto é, pode ser controlada mas não tem cura. E quanto mais cedo na vida se instalar maiores serão as consequências para os indivíduos e para a sociedade. Na verdade, nas crianças, a ingestão alimentar excessiva em relação aos gastos provoca não só aumento do volume das células gordas mas também um aumento do seu número. Esta é uma das razões para a doença se tornar crónica e em parte explica a dificuldade que os obesos têm em perder peso e em se manterem assim. Daí ser imprescindível prevenir a doença, o que começa logo à nascença com o aleitamento materno.

Obesidade pediátrica: não uma mas muitas doenças para a vida

Dra Carla Rego

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “ Obesidade pediátrica: não uma mas muitas doenças para a vida” com a Dra Carla Rego:  Obesidade pediátrica: não uma mas muitas doenças para a vida

Não se fica obeso de um dia para o outro, vai-se ficando obeso!

Saba-se atualmente que há várias obesidades:

  • há obesidades que dependem de doenças das hormonas ou outras (são raras);
  • há obesidades que dependem apenas do comportamento de vida pouco saudáveis caracterizados por erros alimentares e sedentarismo;
  • e há obesidades que acontecem em crianças que têm maior predisposição genética para ficarem obesas.

Uma grávida obesa ou pais obesos têm maior probabilidade de ter filhos que venham a ser obesos perpetuando, assim, o ciclo de obesidade.

Uma criança obesa tem mais de 50% de hipótese de ser um adulto obeso. Já um adolescente obeso tem cerca de 90% de hipóteses de se manter um adulto obeso.

A obesidade é uma doença complexa, crónica que desde cedo se faz acompanhar de outras doenças. Efectivamente, em crianças e adolescentes portuguesas obesos com idades entre 2 – 18 anos, 14 em cada 100 tem colesterol elevado; 30 em cada 100 tem risco de vir a ter ou já tem hipertensão arterial; 13 em cada 100 tem risco de diabetes e 50 em cada 100 tem não apenas uma, mas mais do que duas destas doenças, para além da sua propria obesidade.

Para além destas doenças cardiometabólicas, que são para toda a vida, a obesidade compromete ainda a felicidade e o bem-estar.

Temos pois que pensar que se não evitamos e tratamos precocemente a obesidade pediátrica, suceder-nos-á uma geração de obesos e doentes que viverão com menos qualidade e menos tempo que os seus próprios pais.

Edição da manhã, Sic Notícias – Mitos e crenças na gravidez com o Prof. Luís Graça

Prof. Luis Graça

O prof. Luís Graça esteve na Edição da manhã para falar sobre o Mito: “Qualquer obstetra está apto a efetuar ecografias na gravidez”.

Veja o vídeo aqui:

Leia o artigo aqui: Mitos e crenças na gravidez: “Qualquer obstetra está apto a efetuar ecografias na gravidez

Mitos e Crenças: A vacinação pode causar autismo nas crianças.

Prof. António Vaz Carneiro

Mitos e Crenças na Saúde: A vacinação pode causar autismo nas crianças. Neste vídeo, o Prof. António Vaz Carneiro alerta para a importância de vacinar as crianças, de acordo com o Plano Nacional de Vacinação, e explica a relação infundada entre o autismo e a vacinação.

Veja o vídeo aqui:

Edição da manhã, Sic Notícias – o AVC em análise com a Dra Patrícia Canhão

Assinala-se este sábado o dia nacional do doente com AVC. A neurologista Dra Patrícia Canhão esteve na Edição da Manhã para fazer o ponto da situação desta doença em Portugal

Veja o vídeo aqui:

 

Leia o artigo aqui: Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Asma em atletas

Prof. André Moreira

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “Asma em atletas” com o Prof. André Moreira: Asma em atletas

A maioria dos atletas experimenta dificuldades respiratórias durante e após treinos e em competição. Apesar de uma grande variedade de condições poder predispor o atleta a esta situação, a causa mais comum é a asma não controlada ou não diagnosticada.

 Entre os atletas Portugueses presentes nos Jogos Olímpicos de Pequim, um em cada cinco tinha asma! Torna-se por isso necessário que treinadores e atletas saibam reconhecer esta patologia.

 A ausência de queixas, ou as manifestações pouco típicas fazem com que os sintomas respiratórios não sejam muitas vezes suficientes para identificar os casos de asma em atletas. Nestes casos, o diagnóstico é baseado na avaliação da função pulmonar, da hiperreatividade brônquica e da inflamação das vias aéreas.

 Ter asma não é nenhuma limitação para a prática desportiva, mesmo de elite. Limitação é treinar durante anos, sem conhecer este diagnóstico, competindo assim em desvantagem.

 Se faz desporto acrescente a avaliação da sua “inspiração” ao ideal olímpico. Respirar bem para ir “Mais longe, mais alto, mais forte”.