Doença arterial periférica

Prof. José Fernandes e Fernandes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “ Doença arterial periférica ” com o Prof. José Fernandes e Fernandes:  Doença arterial periférica

Na doença arterial periférica não existe um fluxo suficiente de sangue nas pernas. Esta situação é geralmente causada pela aterosclerose, em que depósitos de gordura, denominados placas, se acumulam ao longo das paredes dos vasos sanguíneos, diminuindo o calibre do vaso e reduzindo a quantidade de sangue que consegue passar. O sintoma mais comum de doença é a claudicação intermitente ― dores ou cãibras nas pernas ou nas nádegas que começam quando faz exercício e que desaparecem quando fica em repouso. A dor é frequentemente descrita como uma dor profunda, especialmente nos músculos da barriga da perna e pode estender-se até ao pé ou para cima, para a coxa e para a nádega.

Os factores de risco para uma doença arterial periférica são semelhantes aos factores de risco para a doença coronária e incluem: hábitos tabágicos, hipertensão, diabetes ou obesidade.

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Cancro do pulmão de grandes células

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Dr. António Bugalho

O que é?

O cancro do pulmão de grandes células recebeu este nome porque as células anormais que apresenta são grandes, quando observadas ao microscópio. Os cancros do pulmão dividem-se em dois grupos principais: o cancro do pulmão de pequenas células e o cancro de pulmão de não pequenas células. O cancro do pulmão de grandes células é um dos cancros de não pequenas células.

Os cancros do pulmão de grandes células começam mais frequentemente na zona central do pulmão. Tendem a crescer e a disseminar-se pelo que são na maioria dos casos descobertos já num estádio tardio. O cancro pode disseminar-se para os gânglios linfáticos próximos, parede torácica e para órgãos mais distantes.

A maior parte das pessoas que desenvolvem um cancro do pulmão de grandes células são, ou foram, fumadores.

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O que é a Hipertensão Arterial?

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

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O que é?
A pressão arterial tem duas componentes:
  • A pressão sistólica, o número mais elevado, representa a pressão que o coração gera para bombear o sangue para o resto do corpo.
  • A pressão diastólica, o número mais baixo, refere-se à pressão nos vasos sanguíneos entre os batimentos cardíacos.

Dicas sobre Saúde


Cancro da cavidade oral

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Dr. Ricardo da Luz

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Cancro pelo Prof. Ricardo da Luz: Cancro da cavidade oral

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O que é?

O cancro da cavidade oral surge em qualquer local da parte anterior da boca e inclui qualquer cancro que se inicie nos lábios, língua, superfície interna das bochechas, palato duro (a parte da frente do céu da boca) ou nas gengivas. Este tipo de cancro resulta do crescimento e divisão descontrolada de células anormais que podem aparecer na superfície que reveste a cavidade oral, denominando-se, na maioria dos casos, carcinoma de células pavimentosas.

Apesar do número de novos casos de cancro da cavidade oral ter vindo a diminuir lentamente ao longo das últimas duas décadas, ele ainda permanece muito frequente nos homens, e em especial naqueles que apresentam hábitos de tabagismo, consumo exagerado de álcool e exposição excessiva ao sol.

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A Nicotina

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Macedo

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Dependência, pelo Prof. Jaime Correia de Sousa: A Nicotina

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As formas mais populares desta substância incluem os cigarros, os charutos e o tabaco de mascar (rapé). Se fumar, pode encontrar-se incluído numa minoria cada vez mais reduzida. O que costumava ser um hábito comum e aceite é agora proibido na maioria dos locais de trabalho, restaurantes e espaços públicos. Pode dar por si a esconder o seu hábito dos colegas de trabalho e dos membros da sua família, ficando de pé, à chuva, para poder fumar fora do local de trabalho ou a conduzir no carro só para fumar um cigarro.

Em Portugal, em 2005/2006 cerca de 21% dos homens e 11% das mulheres fumavam – uma tendência descrescente face a números anteriores. A maioria dos fumadores encontra-se bem informada dos efeitos prejudiciais para a saúde causados pelo tabaco, que mata cerca de 13.000 pessoas por ano em Portugal – um valor 3 vezes superior ao das mortes associadas ao álcool. Em cada ano, metade dos fumadores dizem que querem deixar de fumar, mas apenas cerca de 6% dos que tentam são bem sucedidos por mais de um mês. Mas, se essa tem sido a sua experiência, não seja demasiado rígido consigo mesmo: em média, uma pessoa faz entre cinco e sete tentativas para deixar de fumar antes de parar definitivamente.

Como é que a nicotina afecta o indivíduo?

A nicotina faz a pessoa sentir-se alerta, energética e com a mente aguçada, visto que desencadeia uma libertação de adrenalina que, por sua vez, aumenta a frequência cardíaca, a pressão sanguínea e a frequência respiratória. Ao contrário de outras substâncias que causam dependência, a nicotina não causa sensação de euforia ou de prazer, embora possa por vezes ser sentida uma ligeira “adrenalina”. As pessoas que consomem tabaco dizem que isso as acalma, mas uma investigação indica que o efeito calmante é, na realidade, um alívio dos sintomas desagradáveis da abstinência e um resultado das alterações nos padrões da respiração em vez de um efeito primário da própria droga.

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Tabagismo: Um inimigo da longevidade?

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Dependências pelo Dr. Carlos Martins: Tabagismo

Faça o Quiz aqui: Questionário sobre Tabagismo

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Apesar dos malefícios causados pelo tabaco terem sido detalhados exaustivamente, há ainda muitas pessoas que começam, ou não abandonam, o acto de fumar. Segundo um estudo recente do departamento de epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge quase 27.6% dos homens e 10.6% das mulheres continuam a fumar. Felizmente, entre as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, a percentagem de fumadores é mais baixa, na ordem dos 12.6%.

Se quiser viver uma vida longa e saudável, certifique-se de que se encontra incluído no grupo dos não fumadores.. Uma linha de investigação extensa indica que o tabagismo aumenta o risco de mais de 10 cancros diferentes, desde o cancro do pulmão e o cancro da bexiga até à leucémia mielóide. Por exemplo um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute verificou que as pessoas que tinham fumado durante pelo menos 20 anos apresentavam um aumento significativo no risco de morrerem devido a um cancro colorrectal – os homens em 32% e as mulheres em 41% – em comparação com as pessoas que nunca tinham fumado. O tabagismo passivo também mata, sendo responsável por um número considerável de mortes, apesar de inferior ao número de mortes nos fumadores devido a complicações do tabagismo crónico.

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