Dicas sobre Saúde

Sabia que ter cancro da mama não é sinónimo de ter que retirar cirurgicamente toda a mama? Existem outras opções cirurgicas conforme cada caso

Cataratas

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. Joaquim Murta

O que é?

O cristalino é uma estrutura transparente que foca as imagens na retina – a estrutura do olho sensível à luz. As cataratas são áreas opacificadas no cristalino que ocorrem quando determinadas proteínas formam infiltrados anormais. Estes infiltrados aumentam gradualmente de tamanho e interferem com a visão distorcendo ou bloqueando a passagem da luz através do cristalino. O termo “catarata” significa “queda de água”, que é como algumas pessoas descrevem a sua visão enevoada, tal como se procurassem ver através de uma queda de água.

Em muitos casos, as cataratas estão relacionadas com a idade. Elas surgem pela primeira vez entre os 40 e os 50 anos, mas podem não afectar a visão antes de o doente atingir os 60 anos. Noutros casos, as cataratas podem ser causadas por um traumatismo do olho, por uma diabetes de longa duração, por alguns medicamentos nomeadamente corticosteróides ou por tratamentos de radioterapia. Nos bebés, as cataratas podem estar presentes desde o nascimento (congénitas) ou podem ocorrer em resultado de uma infecção que teve lugar durante a gravidez, especialmente a toxoplasmose, o citomegalovírus, a sífilis, a rubéola ou o herpes simplex. Nos bebés e nas crianças mais jovens, as cataratas podem igualmente constituir um sintoma de doenças que afectam a forma como o organismo metaboliza os hidratos de carbono, os aminoácidos, o cálcio ou o cobre.

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Tipos de tratamento do cancro

Dr. Arlindo Ferreira

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “Tipos de tratamento do cancro” com o Dr. Arlindo Ferreira: Tipos de tratamento do cancro

O tratamento para o cancro é baseado em vários dados, como o tipo e grau de evolução da doença, o estado de saúde geral do doente, os efeitos acessórios expectáveis e ainda em certas preferências do doente.

Estes dados são reunidos e avaliados por uma equipa de vários médicos numa reunião de decisão terapêutica, onde se estabelece um plano de tratamento para cada doente.

Os tratamentos mais importantes são a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. Estes tratamentos podem ser administrados isoladamente, em combinação entre si, ou ainda em combinação com outros métodos, por exemplo, terapêutica hormonal ou transplante de medula óssea. Os tratamentos paliativos são aqueles utilizados para controlar os sintomas, como a dor ou as náuseas, e não a progressão da doença.

Antes de iniciar a terapêutica o doente deverá perguntar ao seu médico quais os objetivos do tratamento, a duração expectável e os efeitos secundários mais comuns. Ter estas informações ajudará a lidar mais facilmente com o plano de tratamento.

Cancro do pulmão de grandes células

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Dr. António Bugalho

O que é?

O cancro do pulmão de grandes células recebeu este nome porque as células anormais que apresenta são grandes, quando observadas ao microscópio. Os cancros do pulmão dividem-se em dois grupos principais: o cancro do pulmão de pequenas células e o cancro de pulmão de não pequenas células. O cancro do pulmão de grandes células é um dos cancros de não pequenas células.

Os cancros do pulmão de grandes células começam mais frequentemente na zona central do pulmão. Tendem a crescer e a disseminar-se pelo que são na maioria dos casos descobertos já num estádio tardio. O cancro pode disseminar-se para os gânglios linfáticos próximos, parede torácica e para órgãos mais distantes.

A maior parte das pessoas que desenvolvem um cancro do pulmão de grandes células são, ou foram, fumadores.

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Edição da manhã, SIC Notícias: Aumento peniano em análise com o Dr. Biscaia Fraga

Na Edição da manhã da SIC Notícias, o cirurgião plástico Dr Biscaia Fraga falou acerca de aumento peniano.

Veja o vídeo aqui:

Para mais informação: https://hmsportugal.wordpress.com/2011/09

O que é um Transplante Cardíaco?

Dr. Ângelo Nobre

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Transplante Cardíaco, pelo Dr. Ângelo Nobre: “O que é um Transplante Cardíaco?

Leia aqui o texto do áudio:

Um transplante cardíaco é uma cirurgia na qual um doente com um problema do coração potencialmente fatal recebe um novo coração saudável de uma pessoa que morreu. No transplante cardíaco, o doente que recebe um novo coração (o receptor) é alguém que apresenta um risco de 30 a 70% de morrer dentro de um ano sem um novo coração. A pessoa que fornece o coração saudável (o dador) é geralmente alguém que foi declarado em morte cerebral e que ainda se encontra ligado a máquinas de suporte de vida.

O receptor e o dador devem ser compatíveis, o que significa que determinadas proteínas nas suas células (denominadas antigénios) são semelhantes. Uma compatibilidade adequada irá reduzir o risco de o sistema imunitário do receptor considerar o coração do dador como um objecto estranho, atacando-o num processo denominado de rejeição do órgão.

Leia ainda o artigo sobre: O que é um Transplante de Coração?

O que é uma Substituição Valvular?

Dr. Ângelo Nobre

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Substituição Valvular, pelo Dr. Ângelo Nobre: “O que é uma Substituição Válvular?

Leia aqui o texto do áudio:

Por vezes, uma válvula cardíaca natural que não está a funcionar apropriadamente necessita de ser substituída cirurgicamente por uma prótese valvular, que é um substituto de tecido ou sintético que tem por objectivo imitar os movimentos normais de abertura e de encerramento da válvula natural. Uma prótese valvular pode substituir qualquer das quatro válvulas cardíacas ― aórtica, mitral, pulmonar e tricúspide. As próteses valvulares cardíacas são divididas em duas categorias básicas: válvulas mecânicas sintéticas e válvulas biológicas de tecido humano ou animal.

De um modo geral, as válvulas biológicas são menos duráveis do que as válvulas mecânicas, tendo uma maior probabilidade de sofrer desgaste e de necessitar de substituição. Por este motivo, as válvulas biológicas são utilizadas mais frequentemente nas pessoas com idades a partir de 65-70 anos, uma vez que a sua esperança de vida é mais baixa.

Leia ainda o artigo sobre: “O que é uma Substituição Valvular?