Doença arterial periférica

Prof. José Fernandes e Fernandes

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Na doença arterial periférica não existe um fluxo suficiente de sangue nas pernas. Esta situação é geralmente causada pela aterosclerose, em que depósitos de gordura, denominados placas, se acumulam ao longo das paredes dos vasos sanguíneos, diminuindo o calibre do vaso e reduzindo a quantidade de sangue que consegue passar. O sintoma mais comum de doença é a claudicação intermitente ― dores ou cãibras nas pernas ou nas nádegas que começam quando faz exercício e que desaparecem quando fica em repouso. A dor é frequentemente descrita como uma dor profunda, especialmente nos músculos da barriga da perna e pode estender-se até ao pé ou para cima, para a coxa e para a nádega.

Os factores de risco para uma doença arterial periférica são semelhantes aos factores de risco para a doença coronária e incluem: hábitos tabágicos, hipertensão, diabetes ou obesidade.

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A literacia em saúde e a sua importância prática

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “A literacia em saúde e a sua importância prática” com o Prof. António Vaz Carneiro: A literacia em saúde e a sua importância prática

Muita agente acredita que sabe o suficiente sobre saúde para decidir sobre a maioria das situações que ocasionalmente vão surgindo nas suas vidas.

De facto, uma simples constipação, ou uma entorse, ou uma dor de cabeça são habitualmente lidadas sem tratamento, ou com medicação facilmente disponível em farmácias ou outros locais de venda.

E está certo que assim seja, já que a maior parte destas situações evolui favoravelmente e sem problemas.

Mas quando se trata de uma doença mais complicada, de características crónicas, então a informação é muito importante.

O caso mais típico é o da diabetes, em que a educação do doente – aqui entendida como a dieta que ingere, o exercício que faz, a medicação que toma, etc. – é absolutamente essencial para um correcto e eficaz tratamento.

Mas também a informação é essencial na ausência de doença, nomeadamente na adopção de estilos de vida saudáveis e de medidas preventivas eficazes.

Mas onde se encontra a informação de qualidade e relevante para o problema médico que o preocupa?

Existem muitas fontes, a começar pelo seu médico assistente, claro. Também o programa como este – o Harvard Medical School Portugal -fornece essa informação. O que deve evitar é ir à internet sem critério, já que a maior parte dos dados que obtém são falsos e, sob o ponto de vista científicos, errados.

Cataratas

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. Joaquim Murta

O que é?

O cristalino é uma estrutura transparente que foca as imagens na retina – a estrutura do olho sensível à luz. As cataratas são áreas opacificadas no cristalino que ocorrem quando determinadas proteínas formam infiltrados anormais. Estes infiltrados aumentam gradualmente de tamanho e interferem com a visão distorcendo ou bloqueando a passagem da luz através do cristalino. O termo “catarata” significa “queda de água”, que é como algumas pessoas descrevem a sua visão enevoada, tal como se procurassem ver através de uma queda de água.

Em muitos casos, as cataratas estão relacionadas com a idade. Elas surgem pela primeira vez entre os 40 e os 50 anos, mas podem não afectar a visão antes de o doente atingir os 60 anos. Noutros casos, as cataratas podem ser causadas por um traumatismo do olho, por uma diabetes de longa duração, por alguns medicamentos nomeadamente corticosteróides ou por tratamentos de radioterapia. Nos bebés, as cataratas podem estar presentes desde o nascimento (congénitas) ou podem ocorrer em resultado de uma infecção que teve lugar durante a gravidez, especialmente a toxoplasmose, o citomegalovírus, a sífilis, a rubéola ou o herpes simplex. Nos bebés e nas crianças mais jovens, as cataratas podem igualmente constituir um sintoma de doenças que afectam a forma como o organismo metaboliza os hidratos de carbono, os aminoácidos, o cálcio ou o cobre.

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Dicas sobre Saúde

Sabia que o maior fator de risco para a diabetes tipo 2 é a obesidade?

Diabetes gestacional

Dr. Pedro Azevedo

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreDiabetes gestacional” com o Dr. Pedro Azevedo: Diabetes gestacional

Leia o texto do áudio aqui:

A diabetes gestacional é o aparecimento, durante a gravidez, de níveis mais elevados de açúcar no sangue do que os esperados, surgindo na sequência de um bloqueio hormonal, quando a glicose do sangue não consegue ser removida para dentro das células que a utilizam como combustível.

Este problema afecta uma em cada vinte grávidas, a maioria no 3.º trimestre, e na maior parte das mulheres desaparece quando a gravidez termina. Porém, as grávidas que tiveram diabetes gestacional apresentam maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 fora da gravidez.

Os sintomas incluem aumento da sede, micções mais frequentes, perda de peso apesar do aumento do apetite, infecções por fungos, entre outros. Contudo, a maioria das mulheres não apresenta sintomas e é necessário fazer o rastreio. O diagnóstico faz-se através da prova da tolerância à glicose oral, devendo acontecer entre as 24 e as 28 semanas de gravidez.

As mulheres que têm excesso de peso, história familiar de diabetes ou que apresentem sinais/sintomas sugestivos de diabetes têm maior risco para diabetes gestacional.

Na maioria dos casos, esta doença não pode ser prevenida, no entanto, um controlo cuidadoso do peso antes da gravidez pode reduzir o risco, já que esta doença acarreta complicações na altura do parto por bebés maiores que o previsto e aumenta o risco de morte fetal.

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Vencer a Diabetes

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

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A diabetes é três vezes mais comum actualmente do que na década de 1960. Estas são notícias particularmente más não só devido ao facto da diabetes ser, por si só, uma doença potencialmente fatal, como também pelo facto e aumentar o risco de doença cardiovascular, de doença renal, da perda da memória e de outros tipos de deterioração mental. A diabetes é uma doença na qual o organismo já não consegue produzir quantidades suficientes de uma hormona, a insulina, para reduzir os níveis de açúcar no sangue para os valores normais. Na diabetes tipo 2, as células dos músculos, do fígado e do tecido adiposo tornam-se gradualmente menos capazes de responder à insulina, pelo que o organismo não consegue utilizar apropriadamente a insulina que produz. Este declínio na capacidade de resposta, denominado resistência à insulina, é causado, em grande parte, por uma dieta inadequada, pelo excesso de peso e pela falta de exercício físico. As boas notícias são as seguintes: de acordo com a investigação, a diabetes tipo 2 pode ser prevenida através de hábitos alimentares mais saudáveis e do exercício físico regular.

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Dicas sobre Saúde

Beber uma chávena de café ou de chá por dia poderá conferir alguma protecção contra a diabetes tipo 2. Sabia?