Dicas sobre Saúde

A obesidade constitui um factor de risco para diversos problemas, como: hipertensão, diabetes, doença cardíaca e algumas formas de cancro.

Dicas sobre Saúde

Sabia que há diversos estudos que comprovam uma relação muito forte entre a dieta e o nosso estado de saúde? Somos na realidade aquilo que comemos.

Um estudo questiona o nível ideal de sódio

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Um estudo recente sugere que tanto os níveis elevados como relativamente baixos de sódio podem ser prejudiciais para algumas pessoas. Este é um de poucos estudos publicados recentemente que questionam se uma dieta com um nível baixo de sódio é melhor para todas as pessoas. Este estudo recente incluiu 30.000 pessoas, algumas delas com doença cardíaca ou arterial. Outras apresentavam um risco elevado de desenvolver este tipo de doenças. Os investigadores avaliaram a quantidade total de sódio eliminado na urina durante um período de 24 horas. Este cálculo foi utilizado para estimar a quantidade de sódio que ingeriam por dia. Os investigadores vigiaram estas pessoas durante os quatro anos seguintes. A maior parte das mortes relacionadas com o coração e dos internamentos hospitalares por insuficiência cardíaca ocorreram nas pessoas com os níveis mais elevados e mais baixos de sódio na urina. As pessoas com sódio elevado tinham igualmente mais ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais. As pessoas com um nível médio de sódio apresentavam menos problemas. Mas muitos dos indivíduos do grupo com sódio mais baixo ainda consumiam mais sódio do que o recomendado. O Journal of the American Medical Association publicou o estudo e a HealthDay News escreveu sobre ele. Os especialistas salientaram à HealthDay News que as pessoas incluídas no estudo já pertenciam a um grupo de alto risco, pelo que estes resultados podem não se aplicar a todas as pessoas.

Leia o resto deste artigo »

Estudo: As hormonas prejudicam a perda de peso

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Leia aqui o artigo:

Um estudo recente verificou que, se uma pessoa perder muito peso, as hormonas do seu organismo irão aumentar o apetite durante pelo menos o ano seguinte. O estudo incluiu 50 adultos com excesso de peso ou obesos. Os investigadores colocaram-nos sob dieta estrita, não podendo ingerir mais de 550 calorias por dia. Eles utilizaram um plano de substituição das refeições e ingeriram igualmente vegetais. Esta dieta prolongou-se por oito semanas. Nas duas semanas seguintes, eles começaram gradualmente a ingerir novamente alimentos normais. O objetivo era perder pelo menos 10% do peso corporal. No total, 34 pessoas conseguiram alcançar esse objetivo e mantiveram-se no estudo durante um ano de seguimento. Em média, perderam 13,5 kg. As pessoas obtiveram aconselhamento sobre a forma de manterem o seu novo peso. Mas, um ano mais tarde, elas tinham recuperado uma média de 5,4 kg. Elas apresentavam igualmente alterações no sangue dos níveis de hormonas que afetam o apetite. Todas estas alterações tinham probabilidade de aumentar o apetite. Antes e depois da dieta, os investigadores perguntaram igualmente às pessoas até que ponto tinham fome depois das refeições. A maior parte das pessoas sentia-se com mais fome um ano após ter realizado a dieta. A revista The New England Journal of Medicine publicou o estudo e a Associated Press escreveu sobre ele em 27 de outubro.

Leia o resto deste artigo »

Mitos e Crenças na Saúde: É necessário tomar vitaminas e outros suplementos durante a gravidez

Autor: Prof. Luis Graça

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Mitos e Crenças na saúde, pelo Prof. Luis Graça: “É necessário tomar vitaminas e outros suplementos durante a gravidez”

Leia o artigo aqui:

Em programa anterior falámos dos ligeiros ajustamentos da dieta que devem ser observados durante a gravidez, os quais fornecem os minerais e vitaminas necessários à gestação. Por este motivo, não devem ser prescritos à grávida complexos vitamínicos e/ou minerais, nomeadamente o magnésio e o flúor, dos quais nenhuma grávida normal é carente. A esta regra exceptua-se o ferro e o ácido fólico e, exclusivamente nas grávidas que não ingerem lacticínios (leite, iogurtes, etc.), o cálcio.

Leia o resto deste artigo »

De que quantidade de proteínas é que necessita?

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Nutrição pela Prof. Rosa Galego: De que quantidade de proteínas é que necessita?

Leia aqui o artigo:

De que quantidade de proteínas é que necessita? Esta questão tem sido alvo de debate desde há décadas e o intervalo estabelecido com base na IDR é amplo: 10 a 35% das suas calorias diárias podem derivar das proteínas. No entanto, é preferível escolher proteínas de alimentos como o peixe, o frango sem pele, as leguminosas, a soja e os frutos secos e não de alimentos que estão carregados de gorduras saturadas, tais como a carne vermelha e o queijo. Deite a mão ao feijão, não à costeleta!

As proteínas encontram-se em qualquer parte do corpo. Encontram-se nos músculos, nos ossos, na pele e em praticamente todas as outras partes ou tecidos do organismo. As proteínas têm muitas funções, incluindo a formação de enzimas que desencadeiam muitas das reacções químicas importantes do organismo. A matéria-prima para a formação das proteínas é constituída por cerca de 20 aminoácidos. Seguindo instruções genéticas, o organismo reúne estes aminoácidos em cadeias para formar proteínas específicas de que o organismo necessita. O corpo armazena os aminoácidos nas proteínas musculares e mobiliza-os continuamente ao cindir o músculo. Isto acontece todos os dias à medida que o metabolismo passa do estado pós-prandial para o estado de jejum. De manhã, o organismo está a utilizar o músculo para obter aminoácidos.

Leia o resto deste artigo »

E quanto aos hidratos de carbono?

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Nutrição pela Prof. Rosa Galego: E quanto aos hidratos de carbono?

Leia o artigo aqui:

Os hidratos de carbono englobam uma grande diversidade de alimentos, incluindo o açúcar de mesa, a fruta e os vegetais, bem como os cereais, tais como o arroz e o trigo. A IDR para os hidratos de carbono é de 45 a 65% das suas calorias diárias. Mas, tal como mostra a Pirâmide da Alimentação Saudável, a maior parte destes hidratos de carbono devem ser fornecidos por alimentos como os cereais integrais, os vegetais e a fruta. Se a maior parte dos hidratos de carbono que come forem hidratos de carbono maus (pão branco, batatas, arroz branco e outros amidos ou açúcares refinados que se situam no topo da Pirâmide da Alimentação Saudável), pode acabar por aumentar de peso e por se colocar em risco de ficar doente.

A lista de hidratos de carbono prejudiciais para a saúde pode ser uma surpresa. Porque são as batatas más para si? Elas são vegetais, afinal de contas. Porque é que são colocadas na mesma categoria dos doces? Para responder a estas perguntas, deve tomar em consideração o índice glicémico de um alimento.

Leia o resto deste artigo »