Será que existe uma substância anti-envelhecimento?

Prof. Luís Filipe Gomes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreSerá que existe uma substância anti-envelhecimento?” com o Professor Luís Filipe Gomes: Será que existe uma substância anti-envelhecimento?

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Ao longo dos anos, os estrogénios, a hormona de crescimento humana e uma substância chamada dihidroepiandrosterona (ou DHEA) foram todos considerados como tendo algumas propriedades anti-envelhecimento. Poderão estas substâncias, ou as suas formas sintéticas, realmente ajudar a atrasar o envelhecimento? E será que os benefícios ultrapassam os riscos? Uma análise da investigação sobre este assunto revela que nenhuma destas substâncias é a fonte da juventude.

Por outro lado, a hormona de crescimento pode apresentar efeitos secundários prejudiciais nas pessoas idosas, tais como uma elevação da pressão arterial, um agravamento da osteoartrose ou o desenvolvimento de cancros. Já a DHEA pode lesar o fígado bem como aumentar os níveis de testosterona e de estrogénios, o que pode favorecer o aparecimento de cancro da próstata ou da mama em algumas pessoas.

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Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és!

Drª. Ana Ferrão

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Dieta e Envelhecimento, pela Drª. Ana Ferrão: “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és!”

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Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és!

A investigação tem confirmado a sabedoria popular, pois vários estudos revelam que uma dieta saudável pode ajudar a prevenir algumas doenças como a doença cardíaca e o cancro,  ajudando  a prolongar a vida e a melhorar a  saúde.

Mas a informação veiculada pelos meios de comunicação social, livros de dieta e até fontes governamentais é frequentemente contraditória ou mal interpretada, fazendo crer que alguns alimentos têm efeitos milagrosos que na realidade não possuem. Será que triplicar a  ingestão de azeite ou banir o pão da sua ementa permite evitar doenças? Não. Para melhorar a sua saúde deve comer de forma variada, preferir peixe e carnes brancas (aves) em vez de carnes vermelhas e comer mais vegetais,  fruta e cereais integrais, que são ricos em fibra e pouco gordos. E coma pão e azeite mas de forma moderada, sem esquecer de reduzir o consumo de açúcar e sal .

As fumadoras podem entrar na menopausa mais cedo

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:


Um estudo recente verificou que as mulheres que fumam tendem a atingir a menopausa um pouco mais cedo do que as não fumadoras. O estudo analisou 11 ensaios clínicos prévios que incluíram cerca de 6.000 mulheres. Em média, as não fumadoras alcançaram a menopausa entre os 46 e os 51 anos de idade. Em todos os estudos com exceção de dois, as fumadoras alcançaram a menopausa um pouco mais cedo, com uma média etária de 43 a 50 anos. Os investigadores analisaram igualmente cinco outros estudos que incluíram 43.000 mulheres. Elas foram agrupadas de acordo com o facto de terem tido uma menopausa “precoce” ou “tardia”. O limiar para uma menopausa “tardia” foi uma idade de 50 ou 51 anos. As mulheres que fumavam tinham uma probabilidade 43% maior de terem uma menopausa precoce. A menopausa precoce foi associada a um risco mais elevado de diversas doenças, como a doença cardíaca. Mas pensa-se que as mulheres com uma menopausa tardia têm um risco mais elevado de cancro da mama. A revista Menopause publicou o estudo na Internet e o serviço noticioso da Reuters Health escreveu sobre ele em 16 de outubro.

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