Doença arterial periférica

Prof. José Fernandes e Fernandes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “ Doença arterial periférica ” com o Prof. José Fernandes e Fernandes:  Doença arterial periférica

Na doença arterial periférica não existe um fluxo suficiente de sangue nas pernas. Esta situação é geralmente causada pela aterosclerose, em que depósitos de gordura, denominados placas, se acumulam ao longo das paredes dos vasos sanguíneos, diminuindo o calibre do vaso e reduzindo a quantidade de sangue que consegue passar. O sintoma mais comum de doença é a claudicação intermitente ― dores ou cãibras nas pernas ou nas nádegas que começam quando faz exercício e que desaparecem quando fica em repouso. A dor é frequentemente descrita como uma dor profunda, especialmente nos músculos da barriga da perna e pode estender-se até ao pé ou para cima, para a coxa e para a nádega.

Os factores de risco para uma doença arterial periférica são semelhantes aos factores de risco para a doença coronária e incluem: hábitos tabágicos, hipertensão, diabetes ou obesidade.

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Dicas sobre Saúde

Previna a hipertensão: pratique exercício, diminua o sal e o álcool, tenha uma dieta equilibrada, não fume e mantenha um peso adequado.

Dicas sobre Saúde

De um modo geral, a pressão arterial elevada não dá sintomas. Porém, valores elevados, podem causar dores de cabeça, tonturas, fadiga e zumbidos.

O que é um ataque cardíaco?

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Ataque Cardíaco, pelo Prof. Fausto Pinto: “O que é um Ataque Cardíaco?”

Leia o artigo sobre ataque cardíaco aqui:

O que é?

Um ataque cardíaco ocorre quando uma das artérias coronárias (vasos que irrigam o coração) é subitamente obstruída, geralmente por um pequeno coágulo de sangue (trombo). O coágulo de sangue forma-se habitualmente dentro de uma artéria coronária que já se encontra estreitada pela aterosclerose, uma situação na qual depósitos de gordura (placas) se acumulam ao nível da parede interna dos vasos sanguíneos. Um ataque cardíaco é igualmente denominado de enfarte agudo do miocárdio.

Cada artéria coronária fornece sangue a uma parte específica da parede muscular cardíaca, pelo que uma artéria obstruída causa dor e disfunção na área que abastece. Dependendo da localização e da quantidade de músculo cardíaco envolvido, este mau funcionamento pode interferir gravemente com a capacidade do coração para bombear o sangue. Além disso, algumas das artérias coronárias abastecem áreas do coração que regulam os batimentos cardíacos, pelo que a obstrução por vezes causa batimentos anormais potencialmente fatais, denominados arritmias cardíacas. O padrão de sintomas que se desenvolve em cada ataque cardíaco e as probabilidades de sobrevivência estão associados à localização e à extensão da obstrução da artéria coronária.

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O que é a Insuficiência Cardíaca?

Prof. António Vaz Carneiro

Neste vídeo, o Professor António Vaz Carneiro explica como funciona o coração e o que pode levar à insuficiência cardíaca. Esta informação não substitui o aconselhamento presencial e individualizado do seu médico assistente.

Veja aqui o vídeo:

Doença arterial periférica

 

O que é?

Na doença arterial periférica (anteriormente denominada doença vascular periférica) não existe um fluxo suficiente de sangue nas pernas. Esta situação é geralmente causada pela aterosclerose, em que depósitos de gordura, denominados placas, se acumulam ao longo das paredes dos vasos sanguíneos, diminuindo o calibre do vaso e reduzindo a quantidade de sangue que consegue passar. O sintoma mais comum é a claudicação intermitente, que provoca uma dor tipo cãibra nas pernas ou nas nádegas quando se faz exercício e que desaparece quando se fica em repouso. Os fatores de risco para uma doença arterial periférica são semelhantes aos fatores de risco para a doença coronária e incluem:

  • Fumar cigarros ou consumir outras formas de tabaco (tais como o rapé e o tabaco para mascar)
  • Nível anormalmente elevado de colesterol (hipercolesterolémia)
  • Nível anormalmente baixo de lipoproteínas de alta densidade (HDL, o colesterol bom)
  • Pressão arterial elevada (hipertensão)
  • Diabetes
  • História familiar de doença cardiovascular
  • Obesidade
  • Inatividade física (muito pouco exercício regular)
  • Doença renal
  • Raça (os negros parecem ter um risco mais elevado de desenvolvimento da doença)

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