Fenómeno de Raynaud

Prof. José Fernandes e Fernandes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “ Fenómeno de Raynaud ” com o Prof. José Fernandes e Fernandes:  Fenómeno de Raynaud

As pessoas com fenómeno de Raynaud observam e sentem alterações nos dedos das mãos e dos pés quando estes são expostos ao frio. A pele fica descorada ou pálida e, em seguida, azul. Os dedos das mãos e dos pés podem ficar com uma sensação de formigueiro ou de entorpecimento. Quando é reaquecida, a pele torna-se rosada ou vermelha.

Quando uma pessoa saudável se encontra num ambiente frio, os pequenos vasos sanguíneos da pele contraem-se, ou estreitam-se, num esforço para conservarem o calor. Nas pessoas com um fenómeno de Raynaud, esta resposta natural ao frio é extrema, observando-se um estreitamento e redução do fluxo sanguíneo sobretudo a nível dos dedos das mãos e dos pés.

O efeito deste fenómeno pode ser dramático e assustador, mas é temporário e raramente perigoso. A causa do fenómeno de Raynaud não é conhecida.

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Fenómeno de Raynaud

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

O que é?

Quando uma pessoa saudável se encontra num ambiente frio, os pequenos vasos sanguíneos da pele contraem-se, ou estreitam-se, num esforço para conservarem o calor. Nas pessoas com um fenómeno de Raynaud, esta resposta natural ao frio é extrema. Os pequenos vasos sanguíneos entram em espasmo, estreitando-se e reduzindo o fluxo sanguíneo para as áreas afectadas. Esta resposta, chamada vasospasmo, é observada mais frequentemente nos dedos das mãos e dos pés, mas também pode ocorrer nas orelhas, na face e no nariz. Em algumas pessoas com esta perturbação, a constrição ocorre igualmente em resposta ao stress emocional ou a uma alteração rápida da temperatura ambiente de quente para frio.

O efeito deste fenómeno pode ser dramático e assustador, mas é temporário e raramente perigoso. A cor da pele afectada é muito diferente da cor da pele normal. A área afectada pode estar entorpecida e apresentar uma sensação de picadas (“formigueiros”). Quando a área afectada é aquecida, os vasos sanguíneos relaxam-se e expandem-se, o que permite um aumento do fluxo sanguíneo. A pele torna-se, então, rosada ou avermelhada à medida que o sangue regressa e pode ocorrer uma sensação de calor, de latejar ou de dor surda. Leia o resto deste artigo »

O que é o Síndrome dos Anticorpos anti-fosfolipídicos?

Fonte:

Tradução e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Drª.Carolina Vaz Macedo

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Oiça, em 1 minuto,  o áudio sobre Cardiologia pelo Prof. Lino Gonçalves: «O que é o Síndrome dos Anticorpos anti-fosfolipídicos?»

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O que é?

A síndrome dos anticorpos anti-fosfolipídicos é responsável pela formação de coágulos de sangue nas veias ou nas artérias e pela ocorrência de abortos, entre outros problemas. Esta situação pode afectar qualquer órgão, incluindo os pulmões, o cérebro, o fígado, os rins, os olhos, o coração e a pele. As mulheres com esta síndrome podem ter abortos repetidos, podendo igualmente ocorrer a morte do feto próximo do final da gravidez.

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O que é o Lúpus (Lúpus Eritematoso Sistémico)?

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. João E. Fonseca

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O que é?

O Lúpus ocorre porque o sistema imunitário, erroneamente, ataca os tecidos do próprio corpo, ao invés de os proteger de agressões externas como vírus e bactérias. Nesta doença certas proteínas imunológicas, designadas por auto-anticorpos, perdem a sua capacidade de distinguir entre um corpo estranho “invasor” e os tecidos e células do próprio doente identificando as células normais da pessoa como corpos estranhos e eliminando-as de seguida. O resultado é uma reacção auto-imune que pode causar inflamação e danos nos tecidos de diferentes partes do corpo, incluindo as articulações, pele, rins, sistema nervoso (cérebro, espinal medula e nervos), sangue, coração, pulmões, sistema digestivo e olhos. Os auto-anticorpos podem ainda conectar-se a certos químicos presentes no organismo, formando assim moléculas anormais designadas por imunocomplexos, que, por sua vez, desencadeiam inflamações e/ou lesões adicionais quando se alojam nos diversos órgãos ou tecidos do corpo.
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