Edição da Manhã, SIC Notícias: Asma em análise pelo Prof. João Fonseca

Prof. João Fonseca

O Prof. João Fonseca, Director de Informação do Programa Harvard Medical School Portugal, esteve no programa Edição da Manhã, da SIC Notícias, para falar sobre o Inquérito Nacional do Controlo da Asma.

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Estudo: Os comprimidos para a pressão arterial administrados ao deitar são melhores

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:


Um estudo recente sugere que a administração de medicamentos para a pressão arterial à noite pode melhorar a saúde das pessoas. O estudo incluiu 661 doentes com insuficiência renal e com pressão arterial elevada. Os doentes foram distribuídos aleatoriamente por dois grupos. Um grupo tomou medicamentos para a pressão arterial de manhã e outro tomou pelo menos um dos medicamentos à noite. Em seguida, os médicos vigiaram os indivíduos durante uma média de cinco anos e meio. Durante esse tempo, as pessoas que tomaram o medicamento à noite apresentavam um melhor controlo da pressão arterial. Eles revelaram igualmente uma probabilidade de cerca de um terço de sofrerem um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral ou de desenvolverem insuficiência cardíaca em comparação com os indivíduos que tomaram os comprimidos de manhã. Os investigadores salientaram que estes resultados ocorreram sem custos suplementares. O Journal of the American Society of Nephrology publicou o estudo na Internet e a HealthDay News escreveu sobre ele em 24 de outubro.

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Acordo Terapêutico na Asma

Drª. Cristina Santa Marta

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O êxito da terapêutica das doenças alérgicas depende da sua eficácia e da taxa de adesão à mesma, sendo que baixas taxas de adesão constituem um importante desafio ao controlo destas doenças, incluindo da asma.

A adesão à terapêutica pode ser definida como o nível de concordância do comportamento do doente, no que diz respeito à medicação ou à execução de mudanças no estilo de vida, relativamente a conselhos de saúde.Duas grandes categorias de não adesão estão identificadas: não intencional ou acidental e intencional ou deliberada.

No primeiro caso os doentes desconhecem que não estão a cumprir a terapêutica; razões para tal incluem a não compreensão do esquema prescrito (sendo que uma má comunicação médico-doente é um factor de extrema importância), técnica de utilização de dispositivos de inalação incorrecta (ou mesmo incapacidade física de utilizar adequadamente os inaladores) e barreiras de linguagem.

No caso da não aderência intencional, há uma decisão consciente por parte do doente de rejeitar, até certo grau, quer o diagnóstico, quer a terapêutica; neste tipo de não adesão poderá ocorrer redução da frequência das tomas ou do número de medicamentos para o nível que os doentes acreditem ser necessário ou apropriado, ou mesmo suspensão de terapêuticas que acreditem ser desnecessárias, ineficazes ou perigosas; no entanto, factores socioeconómicos podem ser responsáveis por dificuldade em adquirir a medicação e esta situação verifica-se cada vez mais na prática clínica.

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