A importância da deteção precoce do cancro da mama

Prof. Luis Filipe Silva

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreA importância da deteção precoce do cancro da mama” com Com o Professor Luís Filipe Silva: A importância da detecção precoce do cancro da mama

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O cancro da mama é o cancro mais comum entre as mulheres de todo o mundo, e também o mais mortal.
Detectá-lo numa fase inicial, assintomática, pode fazer toda a diferença.
Numa fase inicial o cancro tem uma dimensão reduzida (menos de 1cm, como uma ervilha), sendo a sua remoção cirúrgica geralmente simples, e com uma probabilidade de cura de quase 100%.
Quando o tumor atinge 1-2 cm, já é palpável… e também geralmente mais difícil de tratar!
Um cancro maior e mais invasivo pode exigir cirurgias mais extensas com eventual perda de tecido mamário e tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.

Mas como detetamos precocemente o cancro da mama?

Existem vários exames que permitem visualizar o interior da mama.
Exames estes que são muitas vezes complementares.

Aquele que foi eleito como o melhor método regular de deteção, é a mamografia.

Em Portugal, como noutros países, a mamografia foi implementada como método de rastreio populacional, gratuito para mulheres entre os 45 e os 69 anos de idade e com uma frequência de 2 em 2 anos.

Em quase todo o país, o serviço é garantido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Não deixe escapar esta oportunidade!
O cancro da mama pode e (deve!) ser detectado atempadamente.
Cuide se si.

Conteúdo produzido no âmbito do projecto de produção de Informação do Programa Harvard Medical School-Portugal ” criação um sistema de informação cancro hereditário, com ênfase – cancro da mama e colo-rectal. ”
Este trabalho é co-financiado através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, QREN E COMPETE

O bisfenol-A pode afetar o comportamento das raparigas

Fonte:

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Um estudo recente sugere que a exposição ao bisfenol-A antes do nascimento pode afetar o comportamento das raparigas. O bisfenol-A é uma substância química encontrada em alguns plásticos e em muitos outros produtos. O estudo incluiu 244 mulheres grávidas, tendo os investigadores procedido ao doseamento dos níveis de bisfenol-A durante a gravidez. Este doseamento foi igualmente realizado nas crianças. Quando estas atingiam os três anos de idade, as mães avaliaram o seu comportamento através de um questionário padronizado. As raparigas cujas mães apresentavam níveis elevados de bisfenol-A durante a gravidez apresentaram pontuações mais baixas. Elas tinham uma maior probabilidade de se revelarem ansiosas ou deprimidas em comparação com as outras raparigas. Elas tinham igualmente mais problemas ao nível do controlo dos sentimentos ou do comportamento. Contudo, todas estas medidas encontravam-se dentro dos valores normais. Não foram observados efeitos nos rapazes. Os investigadores admitiram que não tinham a certeza do motivo pelo qual apenas as raparigas pareciam ser afetadas. Mas alguma investigação sugere que o bisfenol-A simula os efeitos dos estrogénios, que são hormonas femininas. A revista Pediatrics publicou o estudo na Internet e a Associated Press escreveu recentemente sobre ele.

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As fumadoras podem entrar na menopausa mais cedo

Fonte:

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Um estudo recente verificou que as mulheres que fumam tendem a atingir a menopausa um pouco mais cedo do que as não fumadoras. O estudo analisou 11 ensaios clínicos prévios que incluíram cerca de 6.000 mulheres. Em média, as não fumadoras alcançaram a menopausa entre os 46 e os 51 anos de idade. Em todos os estudos com exceção de dois, as fumadoras alcançaram a menopausa um pouco mais cedo, com uma média etária de 43 a 50 anos. Os investigadores analisaram igualmente cinco outros estudos que incluíram 43.000 mulheres. Elas foram agrupadas de acordo com o facto de terem tido uma menopausa “precoce” ou “tardia”. O limiar para uma menopausa “tardia” foi uma idade de 50 ou 51 anos. As mulheres que fumavam tinham uma probabilidade 43% maior de terem uma menopausa precoce. A menopausa precoce foi associada a um risco mais elevado de diversas doenças, como a doença cardíaca. Mas pensa-se que as mulheres com uma menopausa tardia têm um risco mais elevado de cancro da mama. A revista Menopause publicou o estudo na Internet e o serviço noticioso da Reuters Health escreveu sobre ele em 16 de outubro.

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Cancro do ovário

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Dr. Ricardo da Luz

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Cancro pelo Prof. Ricardo da Luz: Cancro do Ovário

Faça o Quiz aqui: Questionário sobre Cancro no Ovário

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O que é?

O cancro do ovário é o crescimento descontrolado de células anormais nos ovários. Os ovários são os órgãos reprodutores femininos que produzem os óvulos e hormonas sexuais, como os estrogénios.

As células do cancro do ovário podem formar-se em três áreas distintas:

  • na superfície de um ovário (o tumor mais comum)

  • nas células produtoras de óvulos de um ovário

  • em tecidos no interior de um ovário.

O cancro do ovário com frequência não causa quaisquer sintomas, até se disseminar para fora do ovário. É muito difícil detectar a doença durante um exame ginecológico, antes deste estadio tardio. Antes de a doença estar disseminada, os sinais ou sintomas, como micções frequentes e aumento do volume do abdómen, podem ser vagos ou ligeiros e atribuídos a outros problemas. Por estas razões, a maior parte dos cancros do ovário não é diagnosticada até aos estadios tardios da doença, o que conduz a mais mortes do que qualquer outro cancro, no sistema reprodutor feminino.

A ciência médica está actualmente a tentar desenvolver testes para que se consiga detectar o cancro do ovário nos seus estadios iniciais, altura em que é mais provável que seja curado ou controlado.

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