Edição da Manhã, Sic Notícias: A surdez infantil pela Drª Luísa Monteiro, Médica Otorrinolaringologista

Drª Luísa Monteiro

A Drª Luísa Monteiro esteve na Edição da Manhã  da Sic Notícias para falar sobre a surdez infantil, que  pode nascer com a criança, mas também pode desenvolver-se mais tarde.

Veja o vídeo aqui:

 

Leia o artigo aqui: A surdez infantil

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Otite média crónica, colesteatoma e mastoidite

Drª Luísa Monteiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “Otite média crónica, colesteatoma e mastoidite” com a Drª Luísa Monteiro: Otite média crónica, colesteatoma e mastoidite

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A otite média crónica representa um conjunto de problemas do ouvido médio tais como uma perfuração do tímpano que não cicatriza ou uma infecção do ouvido médio que não melhora. Um orifício que não cicatriza dentro de seis semanas é denominado otite média crónica.

 Uma das melhores formas de prevenir a otite média crónica consiste em tratar prontamente qualquer infecção do ouvido. Com um tratamento antibiótico imediato e com uma aspiração do ouvido, cerca de 9 em cada 10 doentes conseguem obter a cura. Depois de uma infecção ter sido tratada, um tímpano perfurado pode necessitar de ser reparado para prevenir futuras infecções.

 Contacte o seu médico se tiver líquido turvo ou com mau odor a sair dos ouvidos, dificuldade em ouvir, inchaço, dor ou vermelhidão atrás do ouvido,acompanhada de febre, bem como dor intensa ou persistente no ouvido, tonturas, dores de cabeça, ou paralisia facial.

Leia o artigo aqui: Otite média crónica, colesteatoma e mastoidite

Perfuração do tímpano

Drª Luísa Monteiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “Perfuração do tímpano” com a Drª Luísa Monteiro: Perfuração do tímpano

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O tímpano é uma membrana extremamente fina que separa o canal auditivo externo (a parte do ouvido que está aberta para o exterior) do ouvido médio.

 O tímpano pode sofrer uma perfuração facilmente, na maioria das vezes causada por infecção mas também por inserção de um objecto, como um cotonete ou um palito, um ruído muito alto ou um traumatismo craniano.

 Os sintomas de uma perfuração do tímpano incluem dores de ouvidos, perda súbita – total ou parcial – de audição ou sangramento ou descarga líquido pelo canal auditivo. Na maioria dos casos uma perfuração do tímpano resolve em poucas semanas, podendo levar até dois meses a curar. A exposição à água ou um novo trauma podem atrasar o processo de cura.

 Caso o tímpano não cicatrize ao fim de dois meses, o seu médico poderá recomendar uma cirurgia designada por timpanoplastia, com excelentes possibilidades de cura.

Leia o artigo aqui: Perfuração do tímpano

Dor de ouvidos

Drª Luísa Monteiro

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreDor de ouvidos” com a Drª Luísa Monteiro: Dor de ouvido

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A dor num ou em ambos os ouvidos pode ocorrer por muitas razões, algumas não relacionadas com o próprio ouvido.

 Se o líquido situado atrás do tímpano ficar infectado, causa uma infecção do ouvido médio que pode levar ao aparecimento de dores e de febre. Outras causas de dor incluem traumatismo, inflamação e infecção no canal auditivo, infecção do ouvido externo e do lóbulo da orelha e irritação dos nervos do ouvido.

 Quando uma grande quantidade de cerúmen bloqueia o ouvido, a pessoa pode sentir pressão, mas geralmente não sente dor. Nas crianças, os únicos sinais de uma infecção no ouvido podem ser a febre, a irritabilidade e o facto de a criança mexer na orelha.

 Os analgésicos de venda livre são geralmente suficientes para o controlo da dor. No entanto, se os sintomas não melhorarem em 2 a 3 dias ou se agravarem rapidamente, deve ser consultado um médico.

Leia o artigo aqui: Otalgia (dor de ouvidos)

Surdez nas crianças

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Maria Inês Pereira

Validação Científica:

Drª Luísa Monteiro

O que é?

Uma criança com uma diminuição da acuidade auditiva tem dificuldade em ouvir sons dentro da amplitude do discurso normal. A surdez pode estar presente aquando do nascimento ou pode desenvolver-se numa fase mais tardia da vida. Os bebés nascidos com outros problemas médicos graves podem apresentar um risco mais elevado de surdez. A maior parte das crianças surdas têm pais com uma audição normal, mas este problema pode ser hereditário.

A diminuição da acuidade auditiva frequentemente não é detectada antes da criança atingir os dois, os três ou mesmo os quatro anos de idade. O período crítico para o desenvolvimento da linguagem situa-se entre o nascimento e os três anos de idade. A incapacidade para identificar a surdez numa idade jovem pode ter implicações graves na fala da criança.

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Desvio do septo nasal

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Maria Inês Pereira

Validação Científica:

Drª Luísa Monteiro

O que é?

O septo nasal é a estrutura  que separa o lado esquerdo do lado direito do nariz. É uma estrutura firme e flexível e encontra-se coberto por uma mucosa ricamente vascularizada. Idealmente, o septo nasal deve situar-se exactamente no centro, tendo lados esquerdo e direito do nariz dimensões idênticas. No entanto, em cerca de 80% das pessoas o septo nasal está ligeiramente descentrado, embora a maior parte delas nunca chegue a notá-lo. Menos frequentemente, o septo encontra-se mais significativamente descentrado sendo esta situação denominada um desvio do septo nasal.

Nas pessoas com um desvio do septo, um dos lados do nariz apresenta-se mais amplo do que o normal, enquanto o outro é mais estreito. Isto altera o padrão do fluxo de ar no nariz e, por vezes, o lado mais estreito fica bloqueado. Em alguns casos, as aberturas dos seios perinasais podem estar obstruídas, o que pode desencadear uma infecção destas cavidades (rinosinusite) crónica (prolongada) ou que recidiva com frequência. As alterações no padrão do fluxo de ar no nariz podem fazer com que a mucosa que reveste o septo nasal se torne seca e com fissuras o que pode causar epistáxis (hemorragias nasais) frequentes.

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Perturbações das Cordas Vocais

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Drª Luísa Monteiro

O que é?

As cordas vocais são duas faixas de tecido elástico. Estão localizadas lado a lado na laringe, um pouco acima da traqueia. Tal como outros tecidos no organismo, as cordas vocais podem sofrer distensão e lesão. As cordas vocais também estão sujeitas a infecções, tumores e traumatismos.

Quando se permanece em silêncio, as cordas mantêm-se abertas. Criam uma via aérea através da qual respira.

Quando se fala, o ar que se exala dos pulmões é forçado através das cordas vocais fechadas. Isto faz com que vibrem. Vibram mais rápido para sons de maior intensidade e mais lento para sons de intensidade inferior.

Em regra, não se nota a distensão das cordas vocais até que o problema se agrave. As pessoas que usam profissionalmente a voz para viver ou que gritam com frequência encontram-se em risco particular. As pessoas que trabalham em ambientes barulhentos que precisam de gritar para comunicar também se encontram em risco.

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