A sua pressão arterial é superior a 120/80? Consulte o seu médico para aconselhamento sobre o estilo de vida e prevenir problemas futuros.
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Um estudo recente sugere que a monitorização da pressão arterial no domicílio pode revelar quais os adultos idosos que apresentam um risco mais elevado de desenvolverem uma forma de demência. O estudo incluiu 72 pessoas com uma média etária de 82 anos. Os médicos efetuaram dois exames. Cada pessoa usou um monitor durante 24 horas, o qual avaliou a pressão arterial com intervalos regulares, de dia e de noite. Os indivíduos foram igualmente submetidos a uma ressonância magnética nuclear cerebral. Eles efetuaram novamente os mesmos testes dois anos mais tarde. Na ressonância magnética, os investigadores procuraram identificar a presença de pontos brancos conhecidos por hiperintensidade da substância branca. Estes pontos eram sinais de lesão dos vasos sanguíneos de pequeno calibre. Eles foram associados a uma redução da memória e das capacidades de raciocínio. A medição da pressão arterial no domicílio de algumas pessoas agravou-se durante o estudo com dois anos de duração. Essas pessoas tenderam a apresentar mais pontos brancos no cérebro do que as pessoas com uma pressão arterial mais baixa. Elas apresentaram igualmente piores resultados nos testes para avaliação da função mental. Mas a pressão arterial medida no consultório do médico não estava associada a pontos brancos ou a declínio mental. A revista Circulation publicou o estudo e a HealthDay News escreveu sobre ele em 21 de novembro.
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Uma análise da investigação mostra que mesmo uma pressão arterial que se situa imediatamente abaixo dos valores considerados “elevados” pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral. Uma medição normal da pressão arterial situa-se abaixo de 120/80 mmHg. Uma pressão arterial elevada é igual ou superior a 140/90 mmHg. A pré-hipertensão situa-se entre os valores de pressão arterial normais e elevados. Um estudo recente coligiu os resultados de 12 estudos prévios. Eles incluíram mais de 500.000 pessoas sem história de doença cardíaca ou de acidente vascular cerebral.
Neste vídeo, o Professor António Vaz Carneiro explica como ocorre um ataque cardíaco e qual a diferença entre este e a angina. Pode-se ver, também, o que acontece ao coração após um ataque cardíaco. Esta informação não substitui o aconselhamento presencial e individualizado do seu médico assistente.
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