Qualidade de vida nos doentes com asma

Dr. Luís Araújo

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A qualidade de vida é cada vez mais encarada como a vertente fundamental para o tratamento das doenças crónicas. No caso específico da asma, a qualidade de vida engloba não só as condicionantes do controlo da doença (como os sintomas, a limitação das atividades da vida diária, o uso de medicação e a necessidade de recurso a cuidados de saúde), como outras variáveis, nomeadamente o impacto psicológico, social, laboral e familiar da doença.

Nos dados do Inquérito Nacional sobre Asma, foram analisados 449 asmáticos, representantes de todas as regiões do país. A qualidade de vida relacionada com a asma foi globalmente boa, existindo, no entanto, diferenças significativas com as variáveis demográficas e socio-económicas. Assim, verificou-se pior qualidade de vida nos doentes asmáticos do sexo feminino, nos doentes mais velhos e nos doentes com rinite associada

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O exercício prolonga a esperança de vida e melhora a qualidade de vida

Prof. Luís Filipe Gomes

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Permanecer activo não só melhora a sua saúde como pode prolongar a sua vida.

Já foi demonstrado que os homens e as mulheres que eram pelo menos moderadamente activos ganharam entre 3 e 5,7 anos de vida adicionais. Além disso, viveram uma proporção superior de anos livres de incapacidade.

O exercício físico ajuda não só a viver mais tempo como também a viver melhor. A manutenção de um nível de actividade saudável ao longo da vida pode melhorar o funcionamento mental, emocional e físico, bem como aumentar a sua produtividade e beneficiar as relações interpessoais.

Independentemente da idade da pessoa, do seu estado de saúde ou do nível actual de forma física, nunca é demasiado tarde para começar a praticar exercício físico. O exercício físico regular irá melhorar a sua saúde.

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O exercício prolonga a esperança de vida e melhora a qualidade de vida

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Drª. Ana Correia

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Permanecer activo não só melhora a sua saúde como pode prolongar a sua vida. Quando os investigadores do estudo Framingham Heart Study compararam os níveis de actividade física (baixo, moderado ou elevado) de homens e mulheres com mais de 50 anos, verificaram o seguinte:

  • A actividade moderada resultou num aumento de 1,1 anos livres de doença cardiovascular para os homens e de 1,3 anos para as mulheres. Além disso, acrescentou 1,3 anos de vida para os homens e 1,5 anos para as mulheres.
  • Os níveis de actividade elevados proporcionaram um aumento de 3,2 anos sem doença cardiovascular para os homens e de 3,3 anos para as mulheres. Além disso, a actividade elevada proporcionou mais 3,7 anos de vida para os homens e 3,5 anos para as mulheres.

Sente-se demasiado velho, demasiado pesado ou demasiado doente para começar a fazer exercício físico agora? Tenha em consideração os seguintes resultados: Um estudo de grandes dimensões realizado em americanos com idade igual ou superior a 65 anos demonstrou que os homens e as mulheres que eram pelo menos moderadamente activos ganharam entre 3 e 5,7 anos de vida adicionais, dependendo da frequência com que praticavam exercício físico. Além disso, uma proporção superior à média desses anos foram vividos livres de incapacidade.

A boa forma física também venceu a gordura num estudo realizado em 2007 e publicado na revista The Journal of the American Medical Association. Depois de avaliar a forma cárdio-respiratória em adultos com idade igual ou superior a 60 anos, os investigadores verificaram que os que se situavam no quintil mais baixo no que respeita à forma física apresentavam o risco mais elevado de morrerem durante o período de seguimento de 12 anos, independentemente do perímetro da cintura ou da percentagem global de gordura corporal.

Finalmente, mesmo que já sofra de uma doença crónica ou de qualquer outro problema, os benefícios para a saúde do exercício físico frequentemente mantêm-se. Por exemplo, uma análise de estudos realizados em pessoas que tinham sofrido um ataque cardíaco (enfarte agudo do miocárdio) revelou que os doentes que seguiram um plano reabilitação que consistia essencialmente na prática de exercício físico viviam significativamente mais tempo do que os que receberam apenas tratamento farmacológico.

Tudo isto sublinha que, independentemente da idade da pessoa, do seu estado de saúde ou do nível actual de forma física, nunca é demasiado tarde para começar a praticar exercício físico. O exercício físico regular irá melhorar a sua saúde.

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