Tipos de tratamento do cancro

Dr. Arlindo Ferreira

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O tratamento para o cancro é baseado em vários dados, como o tipo e grau de evolução da doença, o estado de saúde geral do doente, os efeitos acessórios expectáveis e ainda em certas preferências do doente.

Estes dados são reunidos e avaliados por uma equipa de vários médicos numa reunião de decisão terapêutica, onde se estabelece um plano de tratamento para cada doente.

Os tratamentos mais importantes são a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. Estes tratamentos podem ser administrados isoladamente, em combinação entre si, ou ainda em combinação com outros métodos, por exemplo, terapêutica hormonal ou transplante de medula óssea. Os tratamentos paliativos são aqueles utilizados para controlar os sintomas, como a dor ou as náuseas, e não a progressão da doença.

Antes de iniciar a terapêutica o doente deverá perguntar ao seu médico quais os objetivos do tratamento, a duração expectável e os efeitos secundários mais comuns. Ter estas informações ajudará a lidar mais facilmente com o plano de tratamento.

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Cancro do pulmão de grandes células

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Dr. António Bugalho

O que é?

O cancro do pulmão de grandes células recebeu este nome porque as células anormais que apresenta são grandes, quando observadas ao microscópio. Os cancros do pulmão dividem-se em dois grupos principais: o cancro do pulmão de pequenas células e o cancro de pulmão de não pequenas células. O cancro do pulmão de grandes células é um dos cancros de não pequenas células.

Os cancros do pulmão de grandes células começam mais frequentemente na zona central do pulmão. Tendem a crescer e a disseminar-se pelo que são na maioria dos casos descobertos já num estádio tardio. O cancro pode disseminar-se para os gânglios linfáticos próximos, parede torácica e para órgãos mais distantes.

A maior parte das pessoas que desenvolvem um cancro do pulmão de grandes células são, ou foram, fumadores.

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Os efeitos secundários do tratamento do cancro

Prof. Luis Filipe Silva

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreOs efeitos secundários do tratamento do cancro” com Com o Professor Luís Filipe Silva: Os efeitos secundários do tratamento do cancro

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Tratamentos usados actualmente na luta contra o cancro, como a radioterapia ou a quimioterapia, podem originar efeitos secundários difíceis de enfrentar para o doente oncológico.
Quer os compostos, quer as radiações utilizadas, funcionam melhor em células que se dividem rapidamente, como é o caso das célula cancerígenas.

Mas os tratamentos podem também afectar células normais, com uma divisão acelerada, o que pode estar na origem de alguns dos sintomas que aparecem.

São exemplos:
–    as células da medula dos ossos,
–    as células das raízes do cabelo,
–    das unhas,
–    ou dos epitélios do tubo digestivo.

Sendo assim, para além dos sintomas provocados pela própria doença, podem surgir outros associados aos períodos de tratamento, que dependem do tipo e duração do tratamento, e da resposta do próprio corpo, e que se espera desapareçam no final.

Todos estes sintomas podem ser atenuados com medidas de tranquilização.
São exemplos a anemia, a fadiga, a queda ou enfraquecimento do cabelo, problemas de pele, vómitos, diarreia ou falta de apetite.
Fale com o seu médico. Existem antieméticos que funcionam muito bem para a náusea. Possivelmente terá que encontrar aquele que funciona melhor consigo. Alguns truques também podem ajudar: escolher certos alimentos, preferir refeições frias ou mornas; programar os seus períodos de actividade e descanso para evitar a fadiga.

Escolha informar-se.
Cuide de si!

Conteúdo produzido no âmbito do projecto de produção de Informação do Programa Harvard Medical School-Portugal ” criação um sistema de informação cancro hereditário, com ênfase – cancro da mama e colo-rectal. ”
Este trabalho é co-financiado através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, QREN E COMPETE

Cancro da vesicular biliar e das vias biliares

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. Luis Costa

O que é?

A vesícula biliar é uma bolsa pequena, em forma de pêra, que se situa por baixo do fígado, na parte superior do abdómen e onde é armazenada a bílis. Este líquido, produzido pelo fígado e armazenado na vesícula ajuda a digerir as gorduras. A vesícula biliar liberta a bílis para o intestino delgado através do colédoco, um tubo fino que liga o fígado e a vesícula biliar ao intestino delgado. O cancro da vesícula biliar e das vias biliares desenvolve-se quando células anormais destas estruturas se multiplicam e crescem rapidamente.

A maior parte dos cancros da vesícula biliar e das vias biliares são adenocarcinomas ― cancros formados a partir das células que revestem as glândulas e os canais. O adenocarcinoma das vias biliares forma-se a partir das glândulas mucosas que revestem estes canais e pode desenvolver-se em qualquer parte deste sistema de drenagem da bílis.

Os cancros da vesícula biliar e das vias biliares são raros, sendo o cancro da vesícula biliar mais comum nas mulheres do que nos homens. As pessoas com cálculos biliares apresentam um risco ligeiramente aumentado de desenvolverem este tipo de cancros, os quais também foram associados a infecções provocadas por um parasita denominado de Fascíola hepática. Estes tumores estão igualmente associados à colangite esclerosante, colite ulcerosa e à cirrose hepática, isto é, às doenças que podem causar inflamação e formação de cicatrizes nas vias biliares, no cólon ou no fígado, respectivamente.

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O que é o Cancro da Mama?

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Prof. Luis Costa

Faça o Quiz aqui: Questionário sobre Cancro da Mama

O que é?

O cancro da mama consiste no crescimento descontrolado de células anormais que podem desenvolver-se numa ou em diversas áreas da mama, incluindo:
  • os canais que transportam o leite para o mamilo (canais galactóforos)
  • pequenas bolsas que produzem leite (lóbulos)
  • tecido não glandular. Leia o resto deste artigo »