Doença arterial periférica

Prof. José Fernandes e Fernandes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “ Doença arterial periférica ” com o Prof. José Fernandes e Fernandes:  Doença arterial periférica

Na doença arterial periférica não existe um fluxo suficiente de sangue nas pernas. Esta situação é geralmente causada pela aterosclerose, em que depósitos de gordura, denominados placas, se acumulam ao longo das paredes dos vasos sanguíneos, diminuindo o calibre do vaso e reduzindo a quantidade de sangue que consegue passar. O sintoma mais comum de doença é a claudicação intermitente ― dores ou cãibras nas pernas ou nas nádegas que começam quando faz exercício e que desaparecem quando fica em repouso. A dor é frequentemente descrita como uma dor profunda, especialmente nos músculos da barriga da perna e pode estender-se até ao pé ou para cima, para a coxa e para a nádega.

Os factores de risco para uma doença arterial periférica são semelhantes aos factores de risco para a doença coronária e incluem: hábitos tabágicos, hipertensão, diabetes ou obesidade.

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Dicas sobre Saúde

A manutenção dos hábitos tabágicos durante a gravidez causa atraso de crescimento fetal e aumenta o risco de parto pré-termo.

Cancro do Pulmão

Diogo Belo

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre “Cancro do Pulmão” com Diogo Belo: Cancro do Pulmão

O cancro do pulmão é um dos cancros mais frequentes nos portugueses, afectando na sua grande maioria fumadores. Este tipo de cancro é extremamente perigoso, uma vez que cresce habitualmente de forma lenta e sem sinais de alerta, sendo frequentemente descoberto na avaliação de outras doenças e preocupações.

Os sintomas mais frequentes são essencialmente uma tosse persistente, sangue na expectoração, falta de ar, pneumonias repetidas ou perdas de apetite e peso não voluntárias.

É importante ter em conta que nem sempre estes sintomas significam que exista cancro do pulmão.

Na presença destes sintomas, o seu médico poderá pedir exames como o Rx Tórax, a TC ou uma RMN para confirmar o diagnóstico.

O tratamento deste tipo de cancro é muito difícil e a maioria dos doentes apresenta um prognóstico muito reservado, morrendo em pouco tempo.

Previna-se do cancro do pulmão e deixe de fumar.

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Cancro do pulmão de grandes células

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. André Carvalho

Validação Científica:

Dr. António Bugalho

O que é?

O cancro do pulmão de grandes células recebeu este nome porque as células anormais que apresenta são grandes, quando observadas ao microscópio. Os cancros do pulmão dividem-se em dois grupos principais: o cancro do pulmão de pequenas células e o cancro de pulmão de não pequenas células. O cancro do pulmão de grandes células é um dos cancros de não pequenas células.

Os cancros do pulmão de grandes células começam mais frequentemente na zona central do pulmão. Tendem a crescer e a disseminar-se pelo que são na maioria dos casos descobertos já num estádio tardio. O cancro pode disseminar-se para os gânglios linfáticos próximos, parede torácica e para órgãos mais distantes.

A maior parte das pessoas que desenvolvem um cancro do pulmão de grandes células são, ou foram, fumadores.

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As fumadoras podem entrar na menopausa mais cedo

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:


Um estudo recente verificou que as mulheres que fumam tendem a atingir a menopausa um pouco mais cedo do que as não fumadoras. O estudo analisou 11 ensaios clínicos prévios que incluíram cerca de 6.000 mulheres. Em média, as não fumadoras alcançaram a menopausa entre os 46 e os 51 anos de idade. Em todos os estudos com exceção de dois, as fumadoras alcançaram a menopausa um pouco mais cedo, com uma média etária de 43 a 50 anos. Os investigadores analisaram igualmente cinco outros estudos que incluíram 43.000 mulheres. Elas foram agrupadas de acordo com o facto de terem tido uma menopausa “precoce” ou “tardia”. O limiar para uma menopausa “tardia” foi uma idade de 50 ou 51 anos. As mulheres que fumavam tinham uma probabilidade 43% maior de terem uma menopausa precoce. A menopausa precoce foi associada a um risco mais elevado de diversas doenças, como a doença cardíaca. Mas pensa-se que as mulheres com uma menopausa tardia têm um risco mais elevado de cancro da mama. A revista Menopause publicou o estudo na Internet e o serviço noticioso da Reuters Health escreveu sobre ele em 16 de outubro.

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Tabaco e a Gravidez

"Papa Bem: Uma abordagem à obesidade infantil"

O fumo do tabaco durante a gravidez tem implicações bastante negativas para a saúde do bebé, entre elas a redução do seu peso ao nascimento. O vídeo “Tabaco e gravidez não combinam de vez” demonstra como é que o fumo do tabaco pode afectar o bebé ainda na barriga da sua mãe e a importância de não fumar durante a gravidez.

Veja o vídeo aqui:

Edição da Manhã, SIC Notícias: Dia do Não Fumador em análise pela Drª Alexandra Fernandes

Drª. Alexandra Fernandes

No Dia do Não Fumador, a Dr.ª Alexandra Fernandes, Consultora científica do Programa Harvard Medical School-Portugal / USF Fernão Ferro Mais, esteve no programa Edição da Manhã, da SIC Notícias, para falar sobre o tabagismo na adolescência.

Veja o vídeo aqui:

Faça o Quiz aqui: “Tabagismo na Adolescência”