Mitos e Crenças: A vacinação pode causar autismo nas crianças.

Prof. António Vaz Carneiro

Mitos e Crenças na Saúde: A vacinação pode causar autismo nas crianças. Neste vídeo, o Prof. António Vaz Carneiro alerta para a importância de vacinar as crianças, de acordo com o Plano Nacional de Vacinação, e explica a relação infundada entre o autismo e a vacinação.

Veja o vídeo aqui:

Dicas sobre Saúde

As crianças são vacinadas logo após o nascimento. Tenha em atenção que aos 2 meses de idade devem receber novas vacinas

Dicas sobre Saúde

As vacinas apresentam benefícios extraordinários. Certas vacinas também trazem alguns riscos, mas em algumas situações a raridade do efeito adverso é tal que é dificil dizer se é causado pela vacina.

Edição da Manhã, SIC Notícias:Hepatites com a análise da Drª Fátima Serejo

A Drª Fátima Serejo, gastroentrologista, Centro Hospitalar Lisboa Norte – Hospital de Santa Maria, esteve no programa “Edição da Manhã” da SIC Notícias para falar acerca de hepatites.

Veja aqui o vídeo:

Leia os artigos aqui: Hepatite A; Hepatite B; Hepatite C

Como funcionam as vacinas?

Dr. Eduardo Mendes

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobreComo funcionam as vacinas?” com o Dr. Eduardo Mendes: Como funcionam as vacinas?

Leia o texto do áudio aqui:

De uma forma simplista, uma vacina estimula o sistema imunitário para criar defesas contra um determinado microrganismo.

Esta situação imita o que iria acontecer naturalmente no caso de uma bactéria ou um vírus potencialmente perigosos infetarem o organismo, mas com uma diferença essencial ― não existe qualquer microrganismo prejudicial envolvido. Em vez disso, a vacina contém uma versão reconhecível mas praticamente inofensiva da bactéria ou do vírus.

Quando a pessoa é vacinada, o seu sistema imunitário irá agir como se determinado microrganismo estivesse na realidade a infetar o seu organismo e desenvolverá anticorpos contra ele.

Futuramente, se o indivíduo for realmente infetado pelo agente para o qual foi vacinado, a resposta do seu organismo será muito mais rápida e a infeção não se desenvolverá ou, a desenvolver-se, será muito menos grave.

Leia o artigo aqui: Como funcionam as vacinas?

Os adultos devem ser vacinados?

Drª. Ana Ferrão

Oiça, em 1 minuto, o áudio sobre Vacinação em Adultos, pela Drª. Ana Ferrão: “Os adultos devem ser vacinados?”

Leia o texto do áudio aqui:

Há várias razões para  os adultos serem vacinados.

A mais óbvia, embora cada vez mais rara,  é um adulto não ter sido vacinado na infância, por exemplo , se veio de um pais onde o acesso á vacinação não está garantido.  Poderá também haver vacinas  recentes que não se encontravam disponíveis quando os adultos actuais eram crianças, ou surgir a necessidade  de  fazer vacinas para viajar para  regiões em que  existem doenças endémicas,  raras no  local de origem, por exemplo, a febre amarela.

É importante também ter em conta que a imunidade diminui ao longo do tempo, o que obriga a renovar periodicamente certas vacinas, como a vacina contra o tétano, e  que a susceptibilidade a uma doença grave causada por um microorganismo comum aumenta à medida que os adultos envelhecem,  como acontece com o vírus da gripe, razão pela qual se aconselha as pessoas idosas ou com doenças crónicas a fazer essa vacina.

Se tem dúvidas em relação ao seu estado vacinal, aconselhe-se com o seu médico de família.

Edição da Manhã, SIC Notícias: Antibiótico em análise pela Dra. Joana Fernandes

Drª. Joana Fernandes

A Dra. Joana Fernandes, Consultora científica do Programa Harvard Medical School-Portugal / Hospital de Santa Maria, esteve no Dia Europeu do Antibiótico no programa Edição da Manhã, da SIC Notícias, para falar sobre a utilização do deste tipo de medicamento.

Veja o vídeo aqui:

Como funcionam as vacinas?

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

Como funcionam as vacinas

De uma forma simplista, uma vacina estimula o sistema imunitário para criar imunidade contra um determinado microrganismo. Esta situação imita o que iria acontecer naturalmente no caso de uma bactéria ou um vírus potencialmente perigosos infectar o organismo, mas com uma diferença essencial ― não existe qualquer microrganismo prejudicial envolvido. Em vez disso, a vacina contém uma versão reconhecível mas inofensiva da bactéria ou do vírus. Quando a pessoa é vacinada, o seu sistema imunitário irá agir como se determinado microrganismo estivesse na realidade a infectar o organismo e desenvolverá anticorpos contra ele. Futuramente, se o individuo for realmente infectado pelo agente para o qual está vacinado, a resposta imunitária será muito mais rápida e a infecção não se desenvolverá ou, a desenvolver-se, será muito menos grave.

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Hepatite B

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Drª Rita Carvalho

Validação Científica:

Prof.Rui Tato Matinho

O que é?

A hepatite B é uma inflamação do fígado causada pelo vírus da hepatite B.

Este vírus transmite-se através do contacto com sangue infetado. Especificamente, a hepatite B pode ser transmitida através das seguintes vias:

  • Contacto direto com o sangue de alguém infetado;
  • Atividade sexual não protegida com alguém contaminada;
  • Partilha de agulhas entre toxicodependentes infetados;
  • Partilha de lâminas de barbear, de outros objetos pessoais ou de objetos cortantes com uma pessoa infetada;
  • Ser submetido a piercings ou tatuagens com instrumentos contaminados;
  • Transfusões de sangue (praticamente nulo, hoje em dia);
  • Durante o parto, quando o vírus da mãe infetada é transmitido ao filho (muito raro hoje em dia, com a vacinação de todos os recém-nascidos em Portugal).

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O que é um Teste da Tuberculina?

Fonte:

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Dr. Jorge Crespo

Leia o artigo aqui:

O que é?

A tuberculose é uma infecção bacteriana que afecta mais frequentemente os pulmões mas pode envolver muitos outros órgãos. Apesar de existirem antibióticos capazes de curar a infecção, a tuberculose continua a ser uma das principais causas de morte a nível mundial. O teste cutâneo para a tuberculose, também denominado prova da tuberculina, prova de Mantoux ou teste de PPD (“purified protein derivative”), revela se a pessoa foi alguma vez infectada pela bactéria que causa a tuberculose. Basicamente, este teste consiste na injecção de proteínas derivadas da bactéria da tuberculose, na pele do antebraço. Cerca de dois a três dias depois, observa-se o local da injecção. O inchaço e vermelhidão indicam, regra geral, um resultado positivo. As infecções provocadas por estas bactérias podem estar activas ou inactivas. O teste da tuberculina não distingue, quando positivo, se a infecção está activa ou inactiva. São a sua intensidade, os dados clínicos (tosse com expectoração, febre) e outros exames complementares de diagnóstico (radiografias do tórax, colheitas de expectoração e avaliações de outros órgãos potencialmente envolvidos) que o definem. Nas infecções activas, as bactérias estão a reproduzir-se rapidamente e a pessoa é contagiosa quando tosse, tendo de ser tratada. Nas pessoas com infecções inactivas, as bactérias estão vivas no interior dos pulmões, mas “adormecidas”. Uma vez que as infecções inactivas podem vir, mais tarde, a “acordar” e tornar-se activas, é importante reconhecê-las e prevenir a sua reactivação quando se realizam tratamentos médicos que a possam facilitar.