Mitos e Crenças: A vacinação pode causar autismo nas crianças.

Prof. António Vaz Carneiro

Mitos e Crenças na Saúde: A vacinação pode causar autismo nas crianças. Neste vídeo, o Prof. António Vaz Carneiro alerta para a importância de vacinar as crianças, de acordo com o Plano Nacional de Vacinação, e explica a relação infundada entre o autismo e a vacinação.

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Dicas sobre Saúde

As crianças são vacinadas logo após o nascimento. Tenha em atenção que aos 2 meses de idade devem receber novas vacinas

Dicas sobre Saúde

As vacinas apresentam benefícios extraordinários. Certas vacinas também trazem alguns riscos, mas em algumas situações a raridade do efeito adverso é tal que é dificil dizer se é causado pela vacina.

Edição da Manhã, SIC Notícias: Antibiótico em análise pela Dra. Joana Fernandes

Drª. Joana Fernandes

A Dra. Joana Fernandes, Consultora científica do Programa Harvard Medical School-Portugal / Hospital de Santa Maria, esteve no Dia Europeu do Antibiótico no programa Edição da Manhã, da SIC Notícias, para falar sobre a utilização do deste tipo de medicamento.

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Edição da Manhã, SIC Notícias: Vacinação de adultos pelo Prof. Armando Brito Sá

Autor: Prof. Armando Sá

O Prof. Armando Brito Sá, Consultor científico do Programa Harvard Medical School-Portugal/ Faculdade de Medicina de Lisboa, esteve no programa Edição da Manhã, da SIC Notícias, para falar sobre a Vacinação nos Adultos.

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Vacinação nas crianças

Fonte: 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

 

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

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Os bebés recém-nascidos têm um factor favorável na prevenção das infecções pois nascem com imunidade passiva que é transmitida pela mãe enquanto se encontram dentro do útero. Os anticorpos maternos passam através da placenta para o feto, tornando-o receptor passivo da imunidade da mãe. Uma vez que os bebés nascem sem um sistema imunitário próprio adequado e activo, necessitam desta protecção. Em seguida, durante o primeiro dia de vida, os bebés alimentados ao peito ingerem mais anticorpos maternos através do colostro, uma secreção rica em anticorpos que precede o fluxo de leite materno. No entanto, a eficácia dos anticorpos maternos recebidos diminui progressivamente ao longo dos primeiros meses de vida antes do sistema imunitário do próprio bebé estar suficientemente desenvolvido para combater as doenças infecciosas por si próprio. Deste modo, as crianças mais jovens estão especialmente susceptíveis às doenças infecciosas. Pergunte a qualquer pai ou mãe de um bebé o número de constipações, de doenças febris e de infecções dos ouvidos que a criança já teve e perceberá que tal é verdadeiro.

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Como se deve proteger contra microrganismos domésticos?

Fonte:

 

Tradão e Edição de Imagem Científica:

Adaptação Científica:

Dr. Nuno Ferreira

Validação Científica:

Prof. António Vaz Carneiro

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Protecção contra microrganismos domésticos

Os vírus e outros microrganismos estão em todo o lado. A sua pele está colonizada por milhares de microrganismos, o mesmo acontecendo com a água, o ar, a cama, os animais de estimação, as carpetes,o assento da sanita e quase todos os locais. Muitos destes micróbios vivem de forma simbiótica com os seres humanos, não causando problemas. Mas existem muitos outros que podem causar várias doenças que se manifestam por febre, erupção cutânea, mialgias e outros sintomas. Ocasionalmente causam doenças graves e mortais. Os animais, os insectos e, principalmente, os seres humanos transmitem, todos eles, microrganismos que podem fazer com que fique doente. Mesmo os objectos inanimados podem albergar agentes patogénicos. Muitos agentes patogénicos comuns podem sobreviver durante dias, semanas ou mesmo meses em superfícies secas (ver mais abaixo “Durante quanto tempo sobrevive um vírus em cima de uma mesa?”).

No entanto, não é necessário viver dentro de uma redoma. O seu sistema imunitário faz um bom trabalho ao defendê-lo da maior parte dos microrganismos (ver “O sistema imunitário: A sua protecção natural”). Pode acrescentar uma camada extra de protecção seguindo as etapas e as sugestões apresentadas neste capítulo. O principal é pensar nos locais onde é mais provável que encontre microrganismos infecciosos e tomar as medidas apropriadas. Alguém em sua casa ou no escritório está a tossir e a espirrar? Mantenha-se à distância. Lave as mãos com frequência e não partilhe utensílios. Está a passar tempo ao ar livre? Proteja-se contra os mosquitos, as carraças e as mordeduras de animais. Está a manusear alimentos? Pratique bons procedimentos de segurança no que respeita aos alimentos. Vai viajar? Faça as vacinas apropriadas, pratique uma boa higiene e use repelentes de insectos. As medidas descritas nesta secção não são infalíveis, mas irão dominuir as probabilidades de transmissão de infecções.

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