8% dos adolescentes auto agridem-se, mas devem deixar de o fazer

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Um estudo recente revela que cerca de 8% dos adolescentes e dos adultos jovens auto-agridem-se de propósito. A maior parte deles deixa de o fazer com o passar do tempo, mas 1% dos adultos ainda se autoagride aos 29 anos de idade. Estes números provêm de um estudo a longo prazo que envolveu 1.800 adolescentes e adultos jovens. Eles foram inquiridos de tempos a tempos, no que diz respeito à sua saúde e comportamentos. Eles tinham, na sua maioria, cerca de 15 anos de idade quando do início do estudo e 29 quando este foi concluído. No início, cerca de 10% das raparigas e 6% dos rapazes afirmaram que, por vezes, se autoagrediam. Os métodos incluíam os ferimentos por cortes ou as queimaduras ou ainda correr riscos que punham a vida em risco. Os investigadores afirmaram que era bom verificar que a maior parte das pessoas que se autoagrediam deixam de o fazer. Mas o risco é elevado para as pessoas que continuam a fazê-lo. Outros estudos demonstram que as pessoas que são conduzidas ao hospital devido a lesões autoinfligidas apresentam uma probabilidade 100 vezes superior em relação à média de cometerem suicídio. A revista Lancet publicou o estudo e o serviço noticioso da Reuters Health escreveu sobre recentemente sobre ele.

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O bisfenol-A pode afetar o comportamento das raparigas

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Um estudo recente sugere que a exposição ao bisfenol-A antes do nascimento pode afetar o comportamento das raparigas. O bisfenol-A é uma substância química encontrada em alguns plásticos e em muitos outros produtos. O estudo incluiu 244 mulheres grávidas, tendo os investigadores procedido ao doseamento dos níveis de bisfenol-A durante a gravidez. Este doseamento foi igualmente realizado nas crianças. Quando estas atingiam os três anos de idade, as mães avaliaram o seu comportamento através de um questionário padronizado. As raparigas cujas mães apresentavam níveis elevados de bisfenol-A durante a gravidez apresentaram pontuações mais baixas. Elas tinham uma maior probabilidade de se revelarem ansiosas ou deprimidas em comparação com as outras raparigas. Elas tinham igualmente mais problemas ao nível do controlo dos sentimentos ou do comportamento. Contudo, todas estas medidas encontravam-se dentro dos valores normais. Não foram observados efeitos nos rapazes. Os investigadores admitiram que não tinham a certeza do motivo pelo qual apenas as raparigas pareciam ser afetadas. Mas alguma investigação sugere que o bisfenol-A simula os efeitos dos estrogénios, que são hormonas femininas. A revista Pediatrics publicou o estudo na Internet e a Associated Press escreveu recentemente sobre ele.

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A vigilância da pressão arterial no domicílio pode predizer o risco cerebral

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Um estudo recente sugere que a monitorização da pressão arterial no domicílio pode revelar quais os adultos idosos que apresentam um risco mais elevado de desenvolverem uma forma de demência. O estudo incluiu 72 pessoas com uma média etária de 82 anos. Os médicos efetuaram dois exames. Cada pessoa usou um monitor durante 24 horas, o qual avaliou a pressão arterial com intervalos regulares, de dia e de noite. Os indivíduos foram igualmente submetidos a uma ressonância magnética nuclear cerebral. Eles efetuaram novamente os mesmos testes dois anos mais tarde. Na ressonância magnética, os investigadores procuraram identificar a presença de pontos brancos conhecidos por hiperintensidade da substância branca. Estes pontos eram sinais de lesão dos vasos sanguíneos de pequeno calibre. Eles foram associados a uma redução da memória e das capacidades de raciocínio. A medição da pressão arterial no domicílio de algumas pessoas agravou-se durante o estudo com dois anos de duração. Essas pessoas tenderam a apresentar mais pontos brancos no cérebro do que as pessoas com uma pressão arterial mais baixa. Elas apresentaram igualmente piores resultados nos testes para avaliação da função mental. Mas a pressão arterial medida no consultório do médico não estava associada a pontos brancos ou a declínio mental. A revista Circulation publicou o estudo e a HealthDay News escreveu sobre ele em 21 de novembro.

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Um novo comprimido para a esclerose múltipla pode reduzir as recidivas

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Um estudo sugere que um novo medicamento reduz a taxa de recidivas nas pessoas com esclerose múltipla. A maior parte dos medicamentos para a esclerose múltipla é injetável. O novo medicamento, a teriflunomida, é tomado sob a forma de comprimido. O estudo incluiu 1.088 pessoas que tinham esclerose múltipla “recidivante-remitente”. As pessoas com esta forma de doença têm períodos com e sem sintomas. As pessoas do estudo foram divididas aleatoriamente em três grupos. Dois grupos foram distribuídos para tomar teriflunomida em doses diferentes. O terceiro grupo recebeu um placebo (um comprimido falso). As pessoas tomaram um comprimido por dia, todos os dias, durante mais de dois anos. Nessa altura, ambos os grupos que estavam a receber o medicamento real apresentaram uma diminuição de 31% nas recidivas em comparação com os indivíduos que estavam a receber placebo. Os efeitos secundários graves foram semelhantes nos três grupos. As pessoas que receberam o medicamento real tinham uma maior probabilidade de apresentar alguns efeitos secundários ligeiros. Elas tinham igualmente uma maior probabilidade de terem níveis elevados de uma enzima que podem indicar a presença de lesão hepática. Um especialista disse à HealthDay News que o novo medicamento parece ser tão eficaz como os tratamentos injetáveis. Outro medicamento administrado por via oral, o fingolimod, foi aprovado no ano passado, mas apresenta mais efeitos secundários. O New England Journal of Medicine publicou o estudo e a HealthDay News escreveu recentemente sobre ele.

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Vírus causam mais cancros da garganta

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Um estudo recente constatou que os cancros da parte superior da garganta estão a aumentar e a principal razão é uma disseminação de um vírus através das relações sexuais. O papilomavírus humano (HPV) causa o cancro do colo do útero. Mas pode igualmente causar cancro da parte superior da garganta, denominado cancro da orofaringe. Este tumor pode igualmente ser encontrado nas amígdalas e na base da língua. As taxas deste cancro aumentaram 28% desde 1988 e a maior parte destes tumores evidenciam atualmente a presença de HPV, revelou este estudo. No passado, estes cancros encontravam-se mais frequentemente associados ao tabagismo ou ao alcoolismo. Outros tipos de cancro da cabeça e do pescoço diminuíram nos últimos 20 anos. Este estudo recente avaliou tecido tumoral armazenado de 271 doentes com cancro da orofaringe. Cerca de 16% das amostras do final da década de 1980 revelavam presença de HPV. No início da década de 2000, o HPV encontrava-se presente em 73% das amostras. Os investigadores afirmaram que a proporção de tumores com o vírus triplicou. Os tumores sem vírus diminuíram para metade. Os investigadores admitiram que este achado pode estar associado a um menor consumo de tabaco. O Journal of Clinical Oncology publicou o estudo e a Associated Press escreveu recentemente sobre ele.

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Serão os suplementos vitamínicos úteis ou prejudiciais?

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Um estudo de grandes dimensões revelou mais mortes num grupo de mulheres que tomou vitaminas diariamente em comparação com um grupo de mulheres em que isso não aconteceu. As mortes foram devidas a doença cardiovascular ou a cancro. O estudo incluiu mais de 38.000 mulheres com uma média etária de cerca de 61 anos. Elas responderam a questionários em 1986, em 1997 e em 2004. Os resultados revelaram a ocorrência de mais mortes nas mulheres que tomaram multivitaminas, vitamina B6, ácido fólico, ferro, magnésio, zinco e cobre. A associação foi mais forte com o ferro, mas o estudo revelou igualmente menos mortes nas mulheres que tomaram suplementos de cálcio. O estudo foi publicado recentemente na revista Annals of Internal Medicine e no jornal USA Today.

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Atraso na indicação para não reanimar quando a família decide

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De acordo com um estudo novo, demora mais tempo a obter indicações escritas para não reanimar no hospital quando a decisão é tomada por um cônjuge, um familiar ou um “representante” em lugar do doente. Uma indicação para não reanimar significa que, no caso de o coração parar, um doente não quer ser submetido a uma reanimação cardiopulmonar ou a outras medidas para lhe salvar a vida. O estudo avaliou os registos hospitalares de 688 pessoas com idade igual ou superior a 65 anos que receberam uma indicação para não reanimar pelo médico. Os médicos preferem que os doentes tomem a decisão relativamente à indicação para não reanimar. No entanto, muitos doentes têm uma situação clínica demasiado grave ou apresentam alterações da função cerebral que impossibilitam a tomada desta decisão. Os investigadores pediram aos médicos para indicar se a ordem para não reanimar surgiu na sequência de uma discussão com o doente, com um representante deste ou com ambos. Quando o doente não era capaz de tomar esta decisão e o médico se apoiou em conversas com o representante, o tempo decorrido até ser estabelecida a indicação de não reanimar foi mais prolongado. Os investigadores pensam que os representantes têm mais dificuldade em tomar a decisão, o que pode conduzir a internamentos hospitalares mais prolongados e a um atraso na instituição do tratamento apropriado. Os resultados do estudo foram publicados recentemente no Journal of the American Geriatrics Society.

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