Conteúdos Saúde Multimédia para Estudantes Ensino Básico e Secundário



Rita M. Lírio


Diogo Medina


A Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) decidiu criar este ano letivo a disciplina de «Produção de Informação Médica para o Público» em parceria com o Programa de Informação Harvard Medical School Portugal, para produzir conteúdos multimédia para estudantes do ensino básico e secundário.

Os estudantes do ensino básico e secundário constituem um público-alvo prioritário, quer pela sua especial apetência pelo consumo de informação on-line, quer pelo elevado potencial de introdução de hábitos e estilos de vida mais saudáveis.

A disciplina de «Produção de Informação Médica para o Público» na FMUL atraiu uma equipa de 100 estudantes de Medicina do 2.º ao 5.º ano, que trabalharam ativamente na execução e edição científica dos conteúdos, sempre com o suporte e validação científica dos docentes da FMUL.

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Um estudo questiona o nível ideal de sódio

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Um estudo recente sugere que tanto os níveis elevados como relativamente baixos de sódio podem ser prejudiciais para algumas pessoas. Este é um de poucos estudos publicados recentemente que questionam se uma dieta com um nível baixo de sódio é melhor para todas as pessoas. Este estudo recente incluiu 30.000 pessoas, algumas delas com doença cardíaca ou arterial. Outras apresentavam um risco elevado de desenvolver este tipo de doenças. Os investigadores avaliaram a quantidade total de sódio eliminado na urina durante um período de 24 horas. Este cálculo foi utilizado para estimar a quantidade de sódio que ingeriam por dia. Os investigadores vigiaram estas pessoas durante os quatro anos seguintes. A maior parte das mortes relacionadas com o coração e dos internamentos hospitalares por insuficiência cardíaca ocorreram nas pessoas com os níveis mais elevados e mais baixos de sódio na urina. As pessoas com sódio elevado tinham igualmente mais ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais. As pessoas com um nível médio de sódio apresentavam menos problemas. Mas muitos dos indivíduos do grupo com sódio mais baixo ainda consumiam mais sódio do que o recomendado. O Journal of the American Medical Association publicou o estudo e a HealthDay News escreveu sobre ele. Os especialistas salientaram à HealthDay News que as pessoas incluídas no estudo já pertenciam a um grupo de alto risco, pelo que estes resultados podem não se aplicar a todas as pessoas.

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As fumadoras podem entrar na menopausa mais cedo

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Um estudo recente verificou que as mulheres que fumam tendem a atingir a menopausa um pouco mais cedo do que as não fumadoras. O estudo analisou 11 ensaios clínicos prévios que incluíram cerca de 6.000 mulheres. Em média, as não fumadoras alcançaram a menopausa entre os 46 e os 51 anos de idade. Em todos os estudos com exceção de dois, as fumadoras alcançaram a menopausa um pouco mais cedo, com uma média etária de 43 a 50 anos. Os investigadores analisaram igualmente cinco outros estudos que incluíram 43.000 mulheres. Elas foram agrupadas de acordo com o facto de terem tido uma menopausa “precoce” ou “tardia”. O limiar para uma menopausa “tardia” foi uma idade de 50 ou 51 anos. As mulheres que fumavam tinham uma probabilidade 43% maior de terem uma menopausa precoce. A menopausa precoce foi associada a um risco mais elevado de diversas doenças, como a doença cardíaca. Mas pensa-se que as mulheres com uma menopausa tardia têm um risco mais elevado de cancro da mama. A revista Menopause publicou o estudo na Internet e o serviço noticioso da Reuters Health escreveu sobre ele em 16 de outubro.

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Vacina contra o HPV recomendada para os rapazes

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Um painel de especialistas afirma que os rapazes devem ser vacinados para prevenir um vírus que causa cancro do colo do útero, bem como diversos outros tipos de cancro. A vacina Gardasil encontra-se aprovada tanto para as raparigas como para os rapazes e confere proteção contra o papilomavírus humano (HPV), que causa as verrugas genitais. Alguns tipos de HPV causam também praticamente todos os casos de cancro do colo do útero. O HPV pode causar igualmente cancros do ânus, do pénis, da vulva, da vagina, da cabeça e do pescoço. Este vírus é disseminado através do contacto cutâneo durante as relações sexuais. Um comité de especialistas afirmou em 25 de outubro que os rapazes devem receber a vacina Gardasil aos 11 ou 12 anos de idade. Os U.S. Centers for Disease Control and Prevention geralmente seguem os conselhos deste grupo. As orientações atuais recomendam a vacinação de todas as raparigas com esta vacina ou com outra versão denominada Cervarix, para conferir proteção contra o cancro do colo do útero. A Cervarix não está aprovada para ser utilizada em rapazes. Parte da razão para a nova recomendação é o facto da vacinação dos rapazes poder ajudar a prevenir a disseminação do HPV nas raparigas. Apenas metade das raparigas elegíveis recebeu injeções contra o HPV e apenas um terço recebeu as três doses recomendadas. A Associated Press escreveu sobre a nova recomendação.

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Estudo: Os comprimidos para a pressão arterial administrados ao deitar são melhores

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Um estudo recente sugere que a administração de medicamentos para a pressão arterial à noite pode melhorar a saúde das pessoas. O estudo incluiu 661 doentes com insuficiência renal e com pressão arterial elevada. Os doentes foram distribuídos aleatoriamente por dois grupos. Um grupo tomou medicamentos para a pressão arterial de manhã e outro tomou pelo menos um dos medicamentos à noite. Em seguida, os médicos vigiaram os indivíduos durante uma média de cinco anos e meio. Durante esse tempo, as pessoas que tomaram o medicamento à noite apresentavam um melhor controlo da pressão arterial. Eles revelaram igualmente uma probabilidade de cerca de um terço de sofrerem um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral ou de desenvolverem insuficiência cardíaca em comparação com os indivíduos que tomaram os comprimidos de manhã. Os investigadores salientaram que estes resultados ocorreram sem custos suplementares. O Journal of the American Society of Nephrology publicou o estudo na Internet e a HealthDay News escreveu sobre ele em 24 de outubro.

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Mais demência nas mulheres com apneia do sono

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Um estudo recente sugere que as mulheres com apneia do sono podem ter uma maior probabilidade de desenvolver demência. O estudo incluiu 298 mulheres idosas com uma média etária de 82 anos. Elas não apresentavam demência ou deficiência cognitiva ligeira no início do estudo. Todas as mulheres tomaram parte num estudo do sono durante uma noite. Em mais de um terço foi diagnosticada uma apneia do sono. Elas deixavam de respirar brevemente ou respiravam muito superficialmente pelo menos 15 vezes por hora durante o sono. Cinco anos mais tarde, as mulheres foram submetidas a testes para avaliar o raciocínio e a memória. Os investigadores ajustaram estes resultados para tomar em consideração fatores que podem afetar o risco de demência. Estes fatores incluem a idade, a educação, o excesso de peso, a diabetes e o tabagismo. Cerca de 45% das mulheres com apneia do sono tinham desenvolvido uma demência ou uma deficiência cognitiva ligeira, enquanto essa taxa foi de 31% nas mulheres sem apneia do sono. Isto corresponde a um aumento de 85% do risco nas mulheres com apneia do sono. O risco mais elevado foi associado à privação de oxigénio durante o sono. A duração do sono das pessoas e a frequência com que acordaram não afetou o risco de demência. O Journal of the American Medical Association publicou este estudo e a HealthDay News e o serviço de notícias da Reuters Health escreveram recentemente sobre ele.

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Um estudo avalia os riscos de defeito valvular

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Um estudo recente verificou que as pessoas com um defeito valvular cardíaco congénito apresentam um risco muito baixo de desenvolverem um perigoso problema denominado dissecção aórtica. No entanto os investigadores constataram que mais de metade irá necessitar de uma substituição valvular dentro de 25 anos. O estudo incluiu 416 pessoas que tinham nascido com uma válvula aórtica bicúspide. Isto significa que a válvula tem duas abas ou valvas (cúspides) em vez das três normais. Os investigadores vigiaram as pessoas durante uma média de 16 anos. Durante esse período, duas pessoas (0,5% da amostra) desenvolveram uma dissecção aórtica. Esta patologia consiste numa rutura da aorta, a maior artéria do organismo humano, constituindo uma situação potencialmente fatal. As taxas de outros problemas relacionados com o defeito valvular foram muito mais elevadas. Cerca de 26% das pessoas desenvolveram um aneurisma – uma dilatação de uma artéria devido a uma fraqueza na sua parede. Nas pessoas com aneurismas, o risco de surgirem problemas adicionais aumentou. Nos 15 anos subsequentes ao diagnóstico, 7% dos doentes apresentaram uma dissecção aórtica. As pessoas com idade superior a 50 anos tinham igualmente uma maior probabilidade de sofrerem uma dissecção aórtica do que os outros indivíduos com o defeito valvular. O Journal of the American Medical Association publicou o estudo e a HealthDay News escreveu sobre ele em 13 de setembro.

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